8 de maio de 2012
6 de maio de 2012
Classe C troca geladeira por TV a cabo e poupança
Após sucessivos estímulos do governo para baratear o preço de geladeiras, fogões, máquinas de lavar roupas --a chamada linha branca-- e aumentar o consumo, esses produtos vêm deixando a lista de prioridades da nova classe média, mais disposta a poupar ou gastar com TV a cabo, telefonia e educação.
A renovação da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) foi uma das primeiras medidas anunciadas para tentar impulsionar a indústria e melhorar o desempenho da economia, considerado fraco neste ano.
Como esse instrumento vem sendo usado pelo governo desde 2009, sua eficácia começa a ser questionada. Apesar de afirmarem que ainda há espaço para o consumo, especialistas creem que o ritmo de crescimento das vendas tende a ser menor, mesmo com incentivo fiscal.
Levantamentos do Data Popular, instituto com foco na nova classe média, público-alvo da medida, mostram que serviços --o que inclui o conserto de eletrodomésticos-- representam a maior parte dos gastos das famílias.
O item "serviços", que representava 49,5% dos gastos efetuados em 2002 por esse público, já responde por 65%, segundo a pesquisa do Data Popular, de setembro de 2011.
O trabalho, que indica também que as despesas com a compra de produtos caíram de 50,5% para 34,8% no período, é baseado em projeções feitas a partir do cruzamento de dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e da POF (Pesquisa de Orçamentos Familiares), ambas do IBGE.
Para especialistas, não há dúvidas de que a nova classe média continua consumindo, mas o perfil está gradualmente mudando, pois a prioridade mudou. "Quem comprou uma TV nova quer TV a cabo; a máquina precisa de manutenção", diz Renato Meirelles, dono do Data Popular.
Para o professor Luiz Alberto Machado, do Conselho Federal de Economia, o impacto inicial da redução do IPI foi absorvido e o nível elevado do emprego está garantindo renda para consumir.
"Ainda há espaço a ser explorado, mas o crescimento marginal desse consumo tende a ser cada vez menor."
Professor de economia da UnB (Universidade de Brasília), João Carlos de Oliveira diz que a redução do IPI não terá impacto "para a vida toda". Ele argumenta que o sucesso da medida também depende da oferta de crédito.
POUPANÇA
Recebendo R$ 800 mensais como diarista, Neide Batista de Moraes, 32, de Águas Lindas de Goiás, comprou um micro-ondas e uma TV nova recentemente. Ainda quer trocar a geladeira, "que está bem velha, soltando os pedaços". Mas, se recebesse dinheiro extra, diz que pouparia para comprar à vista.
"As lojas falam em redução de imposto, mas nem sempre vejo isso", diz. "Anunciam a geladeira como se estivesse com preço menor, mas acompanho e o preço não mudou. Com dinheiro na mão, tenho como negociar melhor."
fonte: FOLHA.COM
3 de maio de 2012
ETIQUETA NO TRANSPORTE PÚPLICO
Saber se comportar nos transportes públicos devia ser questão de bom senso. Como nem sempre é, especialistas dão dicas. Veja como se comportar ou como pedir modos para o vizinho de banco que finge que está dormindo para não ceder o assento prioritário a uma grávida ou que está cortando as unhas no meio da lotação.
Volumes
Sacola de compras numa mão e mochila nas costas? Carregue na mão, perto do corpo, e tente sair de perto das portas. “É algo pequeno, mas que faz diferença no horário de pico”, diz Tereza.
Som na caixa
Música no transporte público, só se for no fone de ouvido. É totalmente errado forçar os outros a compartilharem do seu gosto musical. “Houve um aumento expressivo do uso de aparelhos sonoros e das consequentes reclamações sobre eles no metrô”, comenta Cecília. “A próxima campanha, prevista para esse ano, vai focar neles como um dos temas principais.” Em locais fechados, é educado manter um tom de voz moderado. “Falar alto no telefone ou com outra pessoa é péssimo”, afirma Tereza.
Se seus ouvidos forem vítimas da seleção musical dos companheiros de viagem, para evitar conflitos, é melhor apelar à instâncias superiores. “A pessoa que está ouvindo rádio pode achar que o passageiro do lado não tem autoridade para criticar. O usuário precisa cobrar do sistema de transporte que coíba o abuso”, sugere Ivna Muniz.
Mantenha distância
“Muita mulher é bolinada no ônibus. A gente sente e sabe quando tem má intenção”, conta Tereza. Para evitar esse constrangimento, a tática é usar o cotovelo ou a bolsa para criar um espaço entre o próprio corpo e de quem está encostando. Além, claro, de nunca dar as costas para um homem. “Se você é homem, tente dar um espaço.”
Embarque rápido
“No embarque e desembarque, não segure as portas do trem porque atrasa a circulação”, alerta Cecília. Sempre que um usuário segura portas no metrô, atrasa o sistema todo e causa transtorno a todos os outros passageiros.
Para acelerar o embarque e o desembarque, evite ficar parado em locais de passagem. Deixe o lado esquerdo das escadas rolantes livre. Não fique parado na porta se estiver longe da estação ou do ponto em que você vai descer. O ideal é aproximar-se um ou dois pontos ou estações antes. E, claro, não atropele nem empurre quem está tentando sair.
Boca no trombone
Se presenciar comportamentos que incomodem, use os canais de comunicação com o usuário para reportar o fato às concessionárias da linha, seja no metrô, no trem ou no ônibus. As reclamações dos usuários são um forte indicador do que é prioridade na fiscalização e nas campanhas educativas. “Temos novas ferramentas e tecnologias que tem ajudado, como o 'sms-denúncia'. Começou ano passado e fechamos o ano com 50 mil mensagens por celular, denunciando uso indevido de assento preferencial, gente com pé no banco, fazendo bagunça, vendedor ambulante”, conta Cecília.
Constrangimento educa
Vale chamar a atenção do usuário que esteja sendo mal educado? Sim, desde que seja de forma educada, cortês e discreta. “Falta de educação constrange. Mesmo quem gosta da crítica precisa obedecer as regras. E se a pessoa não for sensível, registre a reclamação”, orienta Ivna Muniz, consultora de etiqueta.
Assentos prioritários
É frequente que gestantes, idosos, deficientes físicos e obesos sejam ignorados por outros usuários, que chegam a fingir que estão dormindo para não terem que ceder o lugar. “Se você já cedeu seu lugar e está presenciando essa situação deve interferir”, afirma Ivna. “Vale até acordar quem está ‘dormindo’.”
Não precisava nem dizer, mas está fora de questão questionar a veracidade da gravidez ou da deficiência de quem pede a vaga. Se a pessoa está pedindo, pode ter uma necessidade específica que a torna mais vulnerável, mas que não esteja aparente. Não é nada elegante pedir uma “prova” de que ela precisa mesmo.
“Quem não tem bilhete único, deve separar o dinheiro antes, para não ficar um tempão caçando o dinheiro na bolsa ou carteira”, diz Tereza. Além de poupar tempo, isso vai diminuir a irritação dos usuários que estão na fila para comprar passagem ou passar pela catraca.
Lixo
“Jamais jogue lixo pela janela do ônibus”, adverte Tereza. Nem todo coletivo dispõe de lixeiras, mas isso não justifica largar vestígios em local público. Se tiver lixo para descartar, como embalagens vazias, guarde até a próxima lixeira. Também não vale jogar no chão nem esconder pelos cantos.
Gentileza gera gentileza
É preferível ceder a vez a disputá-la a tapas. Da mesma forma, se estiver sentado, é gentil se oferecer para carregar bolsas e livros de quem está de pé ao seu lado. “Oferecer-se para carregar as coisas de quem está de pé do seu lado é uma forma de gentileza. E evita que a bolsa fique encostando na sua cabeça!”, diz Tereza.
Volumes
Sacola de compras numa mão e mochila nas costas? Carregue na mão, perto do corpo, e tente sair de perto das portas. “É algo pequeno, mas que faz diferença no horário de pico”, diz Tereza.
Som na caixa
Música no transporte público, só se for no fone de ouvido. É totalmente errado forçar os outros a compartilharem do seu gosto musical. “Houve um aumento expressivo do uso de aparelhos sonoros e das consequentes reclamações sobre eles no metrô”, comenta Cecília. “A próxima campanha, prevista para esse ano, vai focar neles como um dos temas principais.” Em locais fechados, é educado manter um tom de voz moderado. “Falar alto no telefone ou com outra pessoa é péssimo”, afirma Tereza.
Se seus ouvidos forem vítimas da seleção musical dos companheiros de viagem, para evitar conflitos, é melhor apelar à instâncias superiores. “A pessoa que está ouvindo rádio pode achar que o passageiro do lado não tem autoridade para criticar. O usuário precisa cobrar do sistema de transporte que coíba o abuso”, sugere Ivna Muniz.
Mantenha distância
“Muita mulher é bolinada no ônibus. A gente sente e sabe quando tem má intenção”, conta Tereza. Para evitar esse constrangimento, a tática é usar o cotovelo ou a bolsa para criar um espaço entre o próprio corpo e de quem está encostando. Além, claro, de nunca dar as costas para um homem. “Se você é homem, tente dar um espaço.”
Embarque rápido
“No embarque e desembarque, não segure as portas do trem porque atrasa a circulação”, alerta Cecília. Sempre que um usuário segura portas no metrô, atrasa o sistema todo e causa transtorno a todos os outros passageiros.
Para acelerar o embarque e o desembarque, evite ficar parado em locais de passagem. Deixe o lado esquerdo das escadas rolantes livre. Não fique parado na porta se estiver longe da estação ou do ponto em que você vai descer. O ideal é aproximar-se um ou dois pontos ou estações antes. E, claro, não atropele nem empurre quem está tentando sair.
Boca no trombone
Se presenciar comportamentos que incomodem, use os canais de comunicação com o usuário para reportar o fato às concessionárias da linha, seja no metrô, no trem ou no ônibus. As reclamações dos usuários são um forte indicador do que é prioridade na fiscalização e nas campanhas educativas. “Temos novas ferramentas e tecnologias que tem ajudado, como o 'sms-denúncia'. Começou ano passado e fechamos o ano com 50 mil mensagens por celular, denunciando uso indevido de assento preferencial, gente com pé no banco, fazendo bagunça, vendedor ambulante”, conta Cecília.
Constrangimento educa
Vale chamar a atenção do usuário que esteja sendo mal educado? Sim, desde que seja de forma educada, cortês e discreta. “Falta de educação constrange. Mesmo quem gosta da crítica precisa obedecer as regras. E se a pessoa não for sensível, registre a reclamação”, orienta Ivna Muniz, consultora de etiqueta.
Assentos prioritários
É frequente que gestantes, idosos, deficientes físicos e obesos sejam ignorados por outros usuários, que chegam a fingir que estão dormindo para não terem que ceder o lugar. “Se você já cedeu seu lugar e está presenciando essa situação deve interferir”, afirma Ivna. “Vale até acordar quem está ‘dormindo’.”
Não precisava nem dizer, mas está fora de questão questionar a veracidade da gravidez ou da deficiência de quem pede a vaga. Se a pessoa está pedindo, pode ter uma necessidade específica que a torna mais vulnerável, mas que não esteja aparente. Não é nada elegante pedir uma “prova” de que ela precisa mesmo.
“Quem não tem bilhete único, deve separar o dinheiro antes, para não ficar um tempão caçando o dinheiro na bolsa ou carteira”, diz Tereza. Além de poupar tempo, isso vai diminuir a irritação dos usuários que estão na fila para comprar passagem ou passar pela catraca.
Lixo
“Jamais jogue lixo pela janela do ônibus”, adverte Tereza. Nem todo coletivo dispõe de lixeiras, mas isso não justifica largar vestígios em local público. Se tiver lixo para descartar, como embalagens vazias, guarde até a próxima lixeira. Também não vale jogar no chão nem esconder pelos cantos.
Gentileza gera gentileza
É preferível ceder a vez a disputá-la a tapas. Da mesma forma, se estiver sentado, é gentil se oferecer para carregar bolsas e livros de quem está de pé ao seu lado. “Oferecer-se para carregar as coisas de quem está de pé do seu lado é uma forma de gentileza. E evita que a bolsa fique encostando na sua cabeça!”, diz Tereza.
25 de abril de 2012
5 dicas de como desenvolver o Fourquare Marketing
As últimas semanas trouxeram duas novidades muito importantes para o mundo mobile. A primeira diz respeito ao número de celulares ativos no Brasil: alcançamos a expressiva marca de 250 milhões de unidades, ou seja, mais de um aparelho por habitante. A segunda é sobre o Foursquare, o aplicativo de geolocalização móvel mais cool do planeta, que superou os 20 milhões de usuários no mundo e 2 bilhões de check ins.
Juntando as informações contata-se o óbvio: o mobile marketing não pode ser encarado mais como uma experiência, uma ação de publicidade alternativa, como, infelizmente, muitas empresas brasileiras ainda fazem. Não diz uma das máximas do marketing que sua empresa tem que ir aonde seu consumidor está? Pois bem. Saiba que seu consumidor está no celular e ele é usuário ativo do Foursquare. Se ainda não é, será.
Entre milhares de aplicativos disponíveis, o 4square se destaca por ser uma rede social que une, em tempo real, experimentações on e offline, pois o consumidor geralmente o usa quando está fora de casa, em um restaurante, uma academia, uma escola, um posto de gasolina, um supermercado, uma danceteria, um estádio, etc. Ou seja, para a empresa, a possibilidade de se relacionar com o consumidor dobra.
O Foursquare já oferece mecanismos-padrão para a ativação de campanhas promocionais, os Specials. São 7 ao todo: Check-in, Loyaltie, Swarm, Friends, Flash, Newbie, Mayor. As formas são diferentes, mas todos consistem na troca do check in do consumidor por uma recompensa. No Brasil, um dos cases mais conhecidos é do Spoleto, que fornece gratuitamente um prato especial para o Mayor (o prefeito, ou seja, o usuário que mais fez check ins) da semana.
Mas isso não basta. O Fourquare Marketing exige mais do ponto de vista estratégico, é preciso potencializar o relacionamento com o o consumidor. Lembre-se: há um 4square user na sua empresa, que usou o aplicativo para avisar aos amigos onde está. Ele pode apenas ter feito o check in, mas pode também postar uma foto ou comentário (positivo ou negativo, que ficarão lá para sempre). O que você vai fazer com essa informação?
Abaixo, 5 dicas de como desenvolver o Fourquare Marketing
1) Seja Foursquare Friendly: apesar de ser um ferramenta que explora as sinergias do on e do offline, são poucas as empresas que comunicam seus Specials no mundo físico. Crie um ambiente amigável para os usuários da ferramenta. Incentive-os a fazer o check in, colocando displays e adesivos pelo estabelecimento, principalmente na entrada. Se for um restaurante ou café, inclua o logo do aplicativo no menu.
2) Responda aos comentários: mídias sociais são conversas. Portanto, não deixe de responder aos comentários, principalmente os negativos! Leia as críticas e, de preferência, entre em contato com os autores. Procure entender o motivo da reclamação. Avalie a possibilidade de convidar o cliente para retornar ao seu estabelecimento. Se ele topar e verificar que o problema apontado foi solucionado, as chances dele virar um admirador da marca aumentam.
3) Treine sua equipe: de nada adianta realizar promoções se seus funcionários não tem a mínima ideia do que é o 4square. Explique detalhadamente o modo de funcionamento do aplicativo e a metodologia de premiação. Só ative uma campanha depois de todos estarem devidamente treinados.
4) Faça campanhas além dos Specials: nada impede que você crie alternativas de premiação para os 4square users. Uma possibilidade é premiar o usuário que fazer check-ins obrigatoriamente com fotos (postagens com imagens costumam ter mais engajamento). Por exemplo: uma academia pode dar um desconto na mensalidade para quem fizer check in durante 1 semana com fotos das aulas. Uma ótima maneira de fazer publicidade.
5) Monitore sempre: os proprietários de venues (locais) no Foursquare tem acesso ao quadro estatístico, que mostra a quantidade de check ins, o percentual de compartilhamento no Facebook e no Twitter, horários de pico e idade e sexo do usuários. Mas o melhor mesmo é monitorar em tempo real os check ins e comentários dos usuários para poder desenvolver ações em tempo real.
15 de abril de 2012
Você, usa o Pinterest de forma correta?
O Pinterest esta conquistando os mais antenados nas Redes Sociais e os profissionais de marketing e comunicação de forma bem rápida no Brasil. Existem milhares de informações sobre o Pinterest, infográficos, vídeos e dados de crescimento informando que as empresas, principalmente nos Estados Unidos, estão utilizando o Pinterest para gerar conversa com seus seguidores e tráfego para seus blogs e sites.
Mas, existem formas para publicar suas fotos e idéias no Pinterest e utilizar o SEO (Search Engine Optimization) para melhorar o retorno que essa nova e empolgante rede social pode proporcionar para sua marca. Confira:
Compartilhe seu próprio conteúdo
Enviando
suas próprias imagens você agrega mais valor do que apenas re-fixação das
outras imagens já publicadas. Para ser mais eficaz, você deve fazer uma mistura
saudável de ambos.
Nomes de arquivos e palavras-chave
Certifique-se
de nomear seus arquivos para que os motores de busca possam encontrar essas
imagens. Algo como “Infografico-de-dados-do-twitter-em-2011.jpg” é bem melhor
do que “infoTwitter2012-03-01.jpg”.
Diversifique suas publicações
Publique
uma variedade de imagens com temas diferentes. Dessa forma, você atinge
públicos diferentes e transita mais fácil pela rede social.
Faça uma descrição bem detalhada
O
Pinterest possibilita a publicação de até 500 caracteres nos textos de cada
imagem. Utilize isso da melhor forma possível e descreva muito bem a sua imagem
com palavras-chaves corretas, isso ajudará muito para que s motores de busca
encontrem suas imagens. Note que você pode editar as descrições de imagens que
você fica e re-fixa.
Siga os melhores
Observe
os melhores do seu mercado, hubs e influenciadores quando eles estão publicando
imagens no Pinterest. Siga esses perfis e busque publicar imagens e descrições
no mesmo estilo desses hubs fazendo com que esses hubs possam perceber o seu
perfil. Quanto mais as suas imagens são compartilhadas, melhor será sua
otimização.
Publicidade, não!
Lembre-se
que Pinterest é uma plataforma de mídia social. Você tem que estar envolvido na
conversa. Comente as imagens de outros usuários para ajudar a aumentar os seus
seguidores, porque é provável que os algoritmos de busca dos sites como Google
e Bing irão incorporar em breve essas plataformas de redes sociais.
E
você, já usa o Pinterest de forma correta?
fonte: www.pinterest.com
DICA DE LIVRO
A REVOLUÇÃO DAS MÍDIAS SOCIAIS
Este livro visa a auxiliar o leitor a tirar proveito das mídias sociais, individualmente e em conjunto. Para isso, o autor apresenta os diferentes tipos de mídias sociais de acordo com o foco de atuação. Sumário - Sites de Compartilhamento de Vídeos; Áudio - Podcasting; Compartilhamento de Fotos; Microblogging; Sites de Relacionamento Social; Social Games; Media Sharing - Compartilhamento de Apresentações; Social Bookmarking; Agregadores; Life Casting - Streaming; Social Media Optimization (SMO); Campanhas em Mídias Sociais - Cases; A Palavra Marketing Vem antes da Palavra Digital; O Marketing Político e as Mídias Sociais; Referências Digitais no Brasil e em Portugal; Dicas Finais.
11 de abril de 2012
Etiqueta Empresarial e Postura
As boas maneiras
devem ser enraizadas desde muito cedo e há coisas, que devem cumprir
determinados requisitos e limites bem explícitos na vida profissional. Assim,
comportar-se no local de trabalho, não é igual à forma como se comporta em
casa, com a sua família.
As novas exigências da realidade empresarial estão
levando o profissional deste final de século a relacionar-se com um número cada
vez maior de pessoas, com menor formalismo. Nesse ambiente, saber
comportarem-se adequadamente em almoço de negócios, reuniões ou mesmo no local
de trabalho passou a contar pontos valiosos na construção da imagem
profissional. A proliferação dos manuais de boas maneiras para executivos
mostra que, apesar dessas exigências, o mundo dos negócios é um terreno fértil
para as gafes, e quem quiser manter-se competitivo no mercado deve aprender
rapidinho a evitá-las.
Ninguém
duvide da importância da etiqueta na vida profissional, Até mesmo na competição
por uma vaga no mercado de trabalho, entre dois candidatos igualmente
capacitados, tem maiores chances aquele com boa apresentação e que saiba comportar-se.
6 de abril de 2012
O DRAGÃO E O JAGUAR: UM ESTUDO DAS RELAÇÕES SINO-BRASILEIRAS EM PERSPECTIVA
O DRAGÃO E O
JAGUAR:
UM ESTUDO DAS RELAÇÕES SINO-BRASILEIRAS EM
PERSPECTIVA
Ao
longo de muitos anos, o Brasil e a China conseguiram construir um
relacionamento cooperativo e construtivo, ainda que também modesto. Nos
primeiros anos do século XXI, a tendência histórica de um relacionamento
bilateral cooperativo, porém de baixa intensidade, começou a mudar. Constata-se
que, desde 2001, existe uma rápida expansão das relações econômicas e
politicas.
Atualmente,
as relações econômicas sino-brasileiras são sumamente significativas e cada vez
mais intensas. As estatísticas do governo brasileiro indicaram que em 2008 o
valor do comercio total – exportações em ambos os sentidos superou os US$ 36
bilhões, com superávit para o lado chinês por um montante de que quatro bilhões
de dólares.
As
relações econômicas vigentes entre o Brasil e a China incluem principalmente
fluxos comerciais e investimentos produtivos em ambos os sentidos. Também se
verifica a existência de relevante cooperação técnica horizontal e de
transferência de tecnologia no sentido Sul-Sul.
O comércio
Brasil-China foi muito dinâmico nos primeiros anos do século XXI. Segundo
estatística de comércio, publicadas pelo Ministério de Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior, o valor das exportações brasileiras com destino
ao país asiático cresceu de US$ 1.1 bilhões, em 2000, para US$ 30.8 bilhões, em
2010 – e, seguramente, se aproximará dos US$ 35 bilhões em 2015. Entretanto, no
mesmo período, o valor das importações brasileiras procedentes daquele país
aumentou de US$ 1.2 bilhões a US$ 25.5 bilhões.
Segundo as
mesmas autoridades brasileiras de comércio exterior, na pauta das exportações
para o mercado chinês sobressaem bens primários, tais como: petróleo, minério
de ferro e soja – estes três produtos representam quase 70%. Também se incluem
bens de média e alta tecnologia, sobretudo dos setores automotivo (e aéreo),
químico, plásticos, eletroeletrônicos, metal mecânica, material médico
cirúrgico, maquinaria agropecuária, fertilizantes, material de escritório e
papel. Trata-se, em geral, de bens primários (agrícolas e minerais) e de bens
de capital e de consumo duradouro.
As importações
brasileiras procedentes da China incluem: equipamentos de telecomunicações,
transistores eletrônicos, equipamentos ópticos, carvão, produtos químicos,
calçados, têxteis, maquinarias e equipamentos eletrodomésticos. Além disso,
incluem produtos de meia e alta tecnologia (especialmente informática),
automóveis e peças de reposição, entre muitos outros.
Convém
acrescentar que o interesse chinês no mercado brasileiro, em particular, e
latino-americano, em geral, se fundamenta na necessidade de expandir e
diversificar seus sócios no mundo. Trata-se de uma política essencialmente
pragmática, em que predominaria o intercâmbio de recursos naturais e alimentos
brasileiros em troca de bens manufaturados e semimanufaturados chineses. Por
outro lado, para os exportadores brasileiros é altamente atrativo o mercado
chinês, com mais de um bilhão de consumidores potenciais - com alto e crescente
poder de compra. Tais ponderações permitem enquadrar o rápido crescimento das
relações comerciais sino-brasileiras.
Os
principais países
de destino das exportações ,
no acumulado janeiro-fevereiro/2012, foram: 1º) Estados Unidos (US$ 4,6 bilhões ), 2º) China (US$ 4,0 bilhões ),
3º) Argentina (US$ 3,1 bilhões ), 4º) Países Baixos
(US$ 2,2 bilhões ) e 5º) Alemanha (US$
1,0 bilhão).
Os
principais países
de origem das importações
foram: 1º) China (US$ 5,6 bilhões ), 2º)
Estados Unidos (US$ 4,9 bilhões ), 3º)
Argentina (US$ 2,3 bilhões ), 4º)
Alemanha (US$ 2,2 bilhões ) e 5º) Coréia
do Sul (US$ 1,4 bilhões ).
Heineken relança a marca Kaiser
A Cervejaria
Heineken está relançando a marca Kaiser, que pertence ao seu portfólio desde a
aquisição da Femsa, em maio de 2010. Apostando na valorização das qualidades da
cerveja, as mudanças incluem um novo visual das embalagens, nova logomarca e a
“assinatura” do grupo cervejeiro europeu. No entanto, o produto é o mesmo, com
a mesma fórmula, mas com controle de qualidade mais rigoroso, o que resultaria
em uma leve alteração no sabor.
Com o slogan
de “cerveja bem cervejada”, a maior parte da campanha que acompanha o
lançamento terá início neste domingo com a estreia do filme publicitário na
televisão. Ela deverá contar também com materiais em mídia impressa, spots de
rádio, estratégia digital e outdoors, além de ações nos pontos de venda e
ativações nas suas plataformas de futebol: Copa Kaiser e Copa Libertadores. “A
Kaiser é a primeira cerveja com nome e sobrenome, pois leva o endosso da
Heineken”, diz Mario D’Andrea, sócio da Fischer&Friends, que criou a
campanha baseada no “congelamento” dos momentos felizes.
As mudanças
foram baseadas em um estudo para segmentar o mercado realizado para mapear o
comportamento de mais de 4,5 mil consumidores em 11 capitais brasileiras,
segundo afirmou ontem em entrevista coletiva Mariana Stanisci, diretora de
Marcas Mainstream da Heineken. O público-alvo do relançamento são os
consumidores emergentes, das classes B e C, entre 25 e 40 anos – que, segundo a
empresa, valorizam os momentos de diversão e simplicidade.
As
embalagens com a nova identidade visual já estão sendo distribuídas e devem
chegar ainda neste mês às gôndolas. A empresa não revela o valor do
investimento, mas espera um crescimento acima de 5% nas vendas do produto.
China vai importar 300 mil jegues do Nordeste
INTERCÂMBIO
Um acordo entre os dois países liberou o comércio dos animais, que são largamente utilizados pelos chineses nas indústrias de alimentos e de cosméticos
BRASÍLIA - Em meio a tantos produtos brasileiros exportados para a China, surgiu, recentemente, um novo objeto do desejo que não faz parte das nossas riquezas naturais, nem da cultura agrícola. Trata-se do popular jegue nordestino. Há cerca de um mês, um acordo entre os dois países liberou o intercâmbio de asnos - animais também conhecidos como burros e jumentos, que são largamente utilizados na indústria de alimentos e na de cosméticos daquele país.
Os chineses pretendem importar 300 mil jumentos por ano do Nordeste, onde o animal é encontrado em abundância. Além de movimentar a economia local, a iniciativa ainda vai resolver o problema de excesso de oferta de jegues na região. Com as facilidades de financiamento, houve um crescimento muito grande do uso de motos para o transporte local e os jegues estão perdendo espaço para a concorrência.
Em junho de 2011, um grupo de empresários chineses percorreu o Nordeste, desde a Bahia até o Rio Grande do Norte, conversando com fazendeiros e políticos. Aos políticos locais, o grupo propôs um programa de garantia de compra dos burros a preços de mercado, envolvendo até linhas de crédito, por meio de um sistema batizado de Projegue. Mas o projeto ainda não deslanchou.
A China abate 1,5 milhão de burros ao ano, produzidos no país, na Índia e na Zâmbia. O processo envolve tecnologia de ponta, com melhoria genética, cuidados na produção de alimentos específicos e assistência técnica.
fonte: JC Online
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