23 de novembro de 2012

O que o marketing pode ensinar ao RH??


Malcom Gladwell faz uma análise interessante de um fenômeno cognitivo no seu livro "Blink: A decisão num piscar de olhos". Ele fala sobre aqueles dias em que tudo dá errado, ou que sentimos uma onda "positiva" ou "negativa" no ar. Você sai de casa, o pneu do carro fura, seu chefe te dá uma bronca, seu animal de estimação fica doente e um primo chato avisa qu
e vai passar uns dias na sua casa. Pronto! Uma nuvem escura paira sobre sua vida e as bruxas estão soltas. Melhor ficar esperto, pois outras coisas ruins provavelmente vão acontecer...

Este fenômeno é chamado pelo autor de "fatiar fino", ou seja, chegar a conclusões a partir das poucas referências que temos, associando uma a outra. Felizmente isto não tem nenhuma causa sobrenatural. É uma infeliz série de coincidências que tendemos a achar que estão conectadas.

Pegue outro exemplo, o de um poderoso governante. Ele vai até a mídia e fala (de boca cheia) que nunca o estado foi tão bom e o povo nunca viveu tão bem quanto no seu governo. Você pode ficar incomodado com isto, mas ele provavelmente acredita no que está falando. Ele não está sendo hipócrita ou fingindo perante os repórteres. Ele realmente acredita nisto. Por quê?

Porque está rodeado de pessoas que falam isto para ele. Os dados que ele obtém vão todos nesta direção (ou você preferiria ser a pessoa que vai levar noticias ruins para o chefe?).

O marketing já percebeu que não adianta só se basear em poucas informações para tomar decisões importantes: Ele precisa de muitos dados, bem confiáveis e que permitam uma visão ampla dos cenários e comportamentos das pessoas e dos mercados. Para isto utilizam ferramentas complexas e de alta tecnologia antes de tomarem decisões que podem custar muito caro caso estejam erradas.

Curiosamente não faz muito tempo que as empresas passaram a perceber que estes dados também são necessários quando se trata de pessoas das suas equipes de trabalho. A grande maioria de investimento em tecnologia nesta área foi inicialmente em controle: crachás inteligentes para saber a hora em que o funcionário entra ou sai, restrição ao uso pessoal do computador, login e senha para acessar dados, dentre outros.

Este tipo de informação é fundamental para as empresas, mas não satisfaz. É preciso obter dados de outra natureza. E foi ai que se consolidaram as pesquisas de clima organizacional, focus groups e sistemas de gerenciamento de equipes.

Mesmo assim o profissional de RH depende muito de sua intuição em algumas situações, pois faltam dados para tomada de decisão. E o risco, óbvio, é que ele tome decisões erradas por acabar "fatiando fino", ou seja, interpretando poucos dados e transformando em regra o que pode ser exceção.

Um exemplo que muitas empresas estão adotando e que poderia ser ampliado é a questão de acompanhar as redes sociais, algo que o marketing já pratica para compreender o que o cliente está pensando e escrevendo para seu grupo. O RH também usa as redes sociais, mas com foco na contratação. Acessa o perfil do candidato para ver melhor as características que podem ter escapado nas entrevistas e no processo seletivo.

Mas como o RH acompanha o grupo de funcionários na rede? Existem inúmeros softwares que o marketing usa para poder monitorar grupos de pessoas nas redes sociais, mas o RH, por vezes, não usa estes mesmos recursos para acompanhar o que pensam e falam seus colaboradores. Só para lembrar, não há questões éticas envolvidas no RH acompanhar o que seus funcionários falam nas redes sociais. Se existissem, teríamos de questionar a atitude do marketing de acompanhar o que se fala nas redes também.

Pesquisas de opinião e de clima organizacional ajudam bastante, e as empresas normalmente usam este recurso. Mas pesquisas de clima, que são aplicadas a cada ano ou dois, estão distantes do cotidiano da empresa. E acabam servindo a outros propósitos, principalmente em empresas globais.

Falo isto pois desenvolvo projetos que usam recursos do marketing nos RHs e percebo que a pesquisa anual de clima virou um tipo de ritual, daqueles que sabemos que temos de realizar, mas não entendemos seu real significado. Os colaboradores geralmente comentam a falta de feedback destas pesquisas. Eles não entendem o que é feito com as informações, e a falta de devolutiva acaba impactando negativamente no processo. Isto sem contar que muita coisa muda em um ano, acabamos perdendo as nuances do negócio e das dinâmicas internas que ajudam ou atrapalham o crescimento da empresa.

Quer uma maneira interessante para injetar ideias novas no RH? Que tal agendar uma conversa com o marketing e pedir para que eles mostrem o que estão usando para compreender os cenários que eles acompanham? Tenho certeza que muita coisa não vai servir para o público interno, mas que alguma boa ideia pode surgir dali, eu posso garantir.

fonte: revista VOCÊ RH

15 de novembro de 2012


A responsabilidade social passou de um tema bastante discutido no meio corporativo para ser incorporado em estratégias de grandes companhias. Empresas como Avon, Nokia e Coca-Cola já colocaram a prática em sua estratégia de marketing para fortalecer suas marcas e agregar valor a produtos e serviços, ao mesmo tempo em que promovem benefícios para as comunidades em que estão inseridas e contribuem para o desenvolvimento da população.
Caminhando nesta direção, as companhias desenvolvem programas de sustentabilidade, investem em institutos de ensino e levam ainda o conceito de negócios sociais para dentro da gestão, buscando inovação na categoria e mais consumidores engajados.
A Fundação Nokia de Ensino, o Coletivo Coca-Cola e a campanha Avon contra o câncer de mama são exemplos de ações sociais que fazem parte das estratégias de sustentabilidade em longo prazo para os negócios das empresas.
Seguindo a lógica do bom desempenho e do lucro, a preocupação com os efeitos sociais e ambientais causados pelas indústrias não é mais apenas uma opção, mas uma determinação do mercado. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Ambiental, em setembro de 2011, 70% dos consumidores já buscam informações sobre o engajamento das empresas com o tema.
fonte: revista Exame

23 de outubro de 2012

McDonald’s dá dicas sobre segurança infantil em bandejas

McDonald’s divulga nas lâminas das bandejas da sua rede dicas de segurança infantil durante o mês de novembro.A ação tem a parceria do INMETRO e conscientizará cerca de 1,7 milhões de consumidores que frequentam os restaurantes diariamente em todo o Brasil.A iniciativa toma como base dados do instituto divulgados em agosto de 2012, que apontam que os artigos infantis são os principais responsáveis pelos acidentes domésticos (14%).Entre as informações divulgadas nas bandejas estão a importância de observar o selo de recomendação de idade dos brinquedos, os cuidados que os pais devem ter com os berços, entre outras.

Fonte: Revista Exame.

22 de outubro de 2012

Coca-Cola desafia consumidores a uma missão à la James Bond

Na linha de vending machines mandonas, como tanto já vimos recentemente, a Coca-Cola Zero inventou mais uma. Porém, a ordem dessa vez é digna de uma missão de James Bond.Quem compra um refrigerante, é desafiado a correr até determinado lugar para ganhar ingressos para o novo “007 – Operação Skyfall”. Além de apenas 70 segundos, o caminho dentro da estação de trem não vai ser tão trivial quanto sempre.Mais um acerto viral da marca, e um case com participação de vending machine. A utilização dessas máquinas em ações sempre aconteceu, mas limitadas na origem mecânica dos equipamentos. O boom nos últimos anos acontece bem no momento em que essas vendedoras robóticas são digitalizadas e ganham funcionalidades.

13 de outubro de 2012

Você prefere sua rede social para a sua esposa?



Pesquisadores da Universidade de Chicago mostrou que conectar ao Facebook, Twitter e outras redes sociais está a provar ser uma das mais fortes tentações que enfrentamos o mesmo nível como o álcool, tabaco ou sexo.
O estudo foi realizado em uma amostra de indivíduos com idade entre 18 e 85 anos, que foram solicitados a classificar a cada 30 minutos, se eles querem se conectar ao Facebook ou Twitter. Eles também tiveram que notar qualquer outro desejo em fornecer uma avaliação que varia de "forte" para "irresistível".
Os pesquisadores concluíram que a tentação de visitar uma rede social é mais atraente do que os outros.  Wilhelm Hofmann, o principal autor do estudo, explica este fenómeno com a facilidade de acesso e baixo custo dessas atividades.
E então, você prefere sua rede social para a sua esposa?

fonte: LA Times

7 de outubro de 2012

Empresa de Serviço de Marketing Digital.



Uma pequena empresa paulista investe em marketing digital para alavancar os negócios pela internet. O serviço melhora o desempenho das empresas e destaca a marca nos sites de busca na rede.

Os empresários Júlio Cunha e Marcio Oliveira trabalham com marketing digital há um ano e meio. Eles são donos de uma pequena empresa em Campinas, no interior de São Paulo.

Os sócios gastaram R$ 150 mil para estruturar a empresa. Reformaram o espaço, compraram computadores e investiram em treinamento de funcionários e pesquisa de mercado.

“A gente faz todo o trabalho. Tanto a criação, desenvolvimento de sites quanto a publicação, criação de conteúdo, divulgação posteriormente a criação do projeto. Hospedagem, se for necessário para os nossos clientes, também”, diz o empresário Julio Cunha.
Além da criação de sites, a empresa ajuda a divulgar a marca do cliente na internet. O procedimento é chamado de otimização. Na prática, é um serviço que faz com que o cliente apareça facilmente nos sites de busca. Este tipo de marketing existe de duas formas.

“A parte paga é a parte de busca natural que a gente chama, que é o que o cliente não precisa pagar para aparecer. Então é essa técnica que a gente usa para fazer o cliente ser melhor divulgado na internet”, revela Márcio Oliveira.
Quem paga tem a vantagem de ocupar as primeiras posições de busca e ganha destaque. Basta digitar o serviço procurado e rapidamente o resultado com o site da empresa aparece à direita da tela. O chamado link patrocinado custa a partir de R$ 2 mil por mês.

Os empresários têm hoje uma carteira de 60 clientes, entre pequenas, médias e grandes empresas. O faturamento anual gira em torno de R$ 1,5 milhão.

“Como agência a gente dobrou de janeiro de 2011 até dezembro de 2011. Para este ano agente espera novamente dobrar o tamanho da empresa, não só em termos estruturais, mas também no faturamento”, afirma Cunha.

4 de outubro de 2012

As 100 marcas mais valiosas do mundo em 2012.

A Apple obteve uma valorização de 129% no valor de sua marca do ano passado para cá, desbancando a IBM da 2ª posição entre as 100 marcas mais valiosas do mundo, de acordo com a consultoria de branding Interbrand. A marca já encosta na Coca-Cola, que continua na 1ª posição.

O estudo, divulgado hoje, mostra a Coca-Cola na liderança pelo 13º ano seguido
, mas nem por isso em uma situação confortável. Valendo 77,839 bilhões de dólars, a marca fica apenas um pouco à frente da Apple, que neste ano apresentou um valor de marca de 76,568 bilhões de dólares.

A grife criada por Steve Jobs já havia demonstrado uma valorização de nove posições no ano passado, quando ocupou o 8º lugar, valendo 33, 492 bilhões de dólares. Em 2010 a marca ocupava a 17º posição (veja os rankings de 2010 e 2011).

Outra movimentação significativa foi a do Facebook, que entrou para o top 100 no 69º lugar, e a do Google, que mantém a 4ª posição depois de ter um aumento de 26% no valor da marca no ano passado, deixando a rival Microsoft em 5º.

Assim como no ano passado, o ranking não trouxe nenhuma marca brasileira.

Marcas de tecnologia lideram

Cinco das 10 marcas mais valiosas do levantamento deste ano são do setor de tecnologia - Apple, Google, Microsoft, Intel, e Samsung. O destaque é da Apple, que experimentou um crescimento recorde no valor da marca.

O que leva em conta

Para desenvolver o relatório, a Interbrand examina os três aspectos chave que contribuem para o valor da marca: o desempenho financeiro dos produtos ou serviços da marca, o papel que a marca desempenha ao influenciar a escolha do consumidor e o poder que a marca possui para comandar um preço premium, ou garantir os lucros da companhia.






2 de outubro de 2012

COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

A internet e as novas tecnologias estão mudando o comportamento de consumo das pessoas, principalmente das mais jovens, que já nascem conectadas, na era de uma comunicação mais democrática, interativa, onde todos são emissores e têm espaço 
para colocar a boca no trombone, seja por bem ou mal das marcas. Junto a essa facilidade em disseminar informações, vem a sede por experiências. E o consumo está cada vez mais ligado a essa tal experimentação.

É por isso que o conceito tryvertising (propaganda de teste) já é marcante em muito países e chega ao Brasil com a promessa de fazer sucesso. No tryvertising, o consumidor geralmente leva o produto para casa, experimenta, vê de fato como ele funciona. E tudo isso sem pagar pela novidade, que passa a ser da pessoa. O que o indivíduo tem que fazer é responder um questionário sobre o que pegou na loja. Desta forma, ele constrói uma opinião própria sobre o produto, diferente da estratégia tradicional de marketing, que leva o lançamento ao mercado já cheio de promessas para o consumidor.

Mas é só o consumidor que ganha? Claro que não. A ideia é estratégica e tem o objetivo de obter informações sobre o produto, se ele vai agradar ou não o público-alvo e levantar possíveis defeitos ou melhorias para que chegue ao mercado o mais redondo possível.

Além disso, outra vantagem desse conceito é que ele gera o buzz, o tal burburinho do bom e velho boca a boca. Isso porque novidade na mão significa divulgação na certa, com relatos reais de pessoas próximas, ou seja, muito mais credibilidade que a propaganda, criada naturalmente para persuadir e levar ao consumo.

22 de setembro de 2012

O que acontece em um minuto na internet

20 pessoas são vítimas de roubo de identidade, 204 e-mails são enviados, 20 milhões de imagens e 1,3 milhões de vídeos são vistos, 320 contas do Twitter e contas de 100 LinkedIn é criado, 277.000 pessoas se conectam no Facebook Tudo isso ... em apenas um minuto. " Aqui está um gráfico que mostra quase tudo o que acontece em apenas um minuto sobre tela web .


18 de setembro de 2012

FIDELIZAR CLIENTE EM UM NOVO SEGMENTO.


McDonald's oferece café grátis.

Até o dia 30 de setembro, clientes que comprarem um item do café da manhã receberão um copo 200 ml de café Premium ou café com leite grátis.

Rio de Janeiro - O McDonald's começa hoje, dia 17, a promoção “Comprou o acompanhamento, o café é grátis”.

Até o dia 30 de setembro, quem comprar um tostado, pão de queijo, pão na chapa, queijo quente do chef ou croissant ganhará um copo de 200 ml do Café Premium ou Café com Leite.
A ação é válida todos os dias da semana até às 11 horas nos restaurantes participantes, exceto para McEntrega e McCafé. O objetivo da marca é fidelizar os consumidores do café da manhã, segmento implantado há quatro anos na rede de fast food.

fonte: exame.com