8 de maio de 2013
10 de abril de 2013
Marcas e Instagram
Empresas brasileiras começam a entrar na rede social de fotos com a estratégia de usar imagens amadoras de usuários para fazer marketing
Depois de Facebook e Twitter, as empresas brasileiras estão descobrindo aos poucos o potencial da rede social de fotos Instagram para promover suas marcas. E não se trata simplesmente de criar um "perfil" no aplicativo e sair divulgando imagens promocionais. Para fazer sucesso na rede é preciso envolver os usuários e, principalmente, contar com eles.
Até agora, uma das estratégias de marketing mais bem-sucedidas no Instagram tem sido a de incentivar o compartilhamento de fotos por meio de hashtags, que nada mais são do que palavras ou expressões, usadas ao lado do sinal de jogo da velha (#), com a finalidade de agrupar assuntos. Entre outras vantagens, a hashtag, adotada inicialmente pelo Twitter, facilita a busca de um tema específico na infinidade de publicações das redes sociais. Por exemplo: ao publicar a imagem de um pôr do sol, o usuário pode associar a ela a hashtag #sol, #pordosol ou qualquer outra expressão que faça sentido para ele.
A marca carioca de moda feminina Farm criou a hashtag #tonoadorofarm para poder encontrar no Instagram fotos postadas por simpatizantes da rede de lojas. As imagens passam por um filtro e são postadas no próprio perfil da marca, que tem mais de 64 mil seguidores.
A estudante de medicina Anna Carolina da Fonseca, de 28 anos, publicou, com a hashtag da Farm, uma foto sua de biquíni fazendo uma ponte com o próprio corpo em cima de uma prancha, no mar. A imagem foi escolhida para ser publicada no Instagram da marca e já recebeu 8,5 mil "curtidas" - o que nas redes sociais é sinal de popularidade.
Estratégia. Mas a Farm não acertou de largada. Quando a marca de moda entrou para o Instagram, o primeiro impulso foi adotar uma linha comercial, de exposição dos produtos. Depois, fotos da fábrica começaram a ser publicadas, para dar uma ideia de "bastidor". Hoje, quase tudo que a Farm posta no Instagram são estampas coloridas e fotos de usuários que usam a hashtag com a intenção de aparecer no perfil da marca. "Identificamos que aquele não era um canal comercial, mas sim um canal de contemplação, de escape", diz André Carvalhal, diretor de marketing da Farm.
A #tonoadorofarm foi uma criação da marca carioca, mas há casos em que a força do jogo da velha veio do outro lado. As fãs da Melissa, por exemplo, encontraram na tarefa de escolher uma sandália pela manhã um termo que se propagou: #melissadodia. A marca detectou a popularidade do termo e começou a selecionar alguns pés com Melissa para exibir em seu perfil oficial no Instagram.
Mas ainda são poucas as marcas brasileiras que usufruem dessa interação com os usuários da rede social. As companhias do País que têm presença forte no Facebook e no Twitter ainda se mostram tímidas no Instagram - rede que, apesar de ter menos usuários (100 milhões), superou o Twitter em tempo de uso. Segundo a consultoria comScore, a média de minutos gastos no aplicativo de fotos em agosto de 2012 foi de 257, contra 170 no microblog.
Uma das razões para essa falta de êxito na tarefa de atrair usuários está na dificuldade de entender que o aplicativo de fotos não serve como uma vitrine de venda de produtos. "A pergunta que deve ser feita é: o que quero ganhar com essa rede social? Se você só quer dinheiro, não é lá que você tem de estar", diz Nino Carvalho, coordenador dos programas de MBA em marketing digital da FGV. Além disso, manter um perfil nas redes sociais exige investimento. Agências podem cobrar de R$ 15 mil a R$ 35 mil por mês para gerir a presença de uma empresa grande em vários canais.
Embora não sirva como fonte direta de receita para as empresas, elas estão ficando mais ativas no Instagram: em fevereiro, 55% das maiores marcas do mundo estavam postando toda semana, ante 49% em novembro, segundo a empresa de análise de dados Simply Measured. Entre as companhias que conseguem maior engajamento estão Nike e Tiffany & Co., que não chegam a publicar fotos amadoras de usuários, mas vinculam seus perfis a um estilo de vida "saudável" ou "chic".
A General Electric, que atua em áreas como energia e aviação, está entre as dez marcas que mais têm seguidores (132 mil). A empresa publica fotos de locomotivas e ventiladores gigantes. O tamanho enorme dos equipamentos surpreende os seguidores, e a GE interage com quem faz perguntas ou elogios. Cada empresa a sua maneira está tentando usufruir desse espaço para se aproximar do consumidor.
Fonte: Estadao.com
2 de abril de 2013
Marketing digital não é tendência, é realidade
Se você é empresário e sua empresa nem ao menos possui uma fanpage ou site sobre seu negócio e seus produtos, saiba que a sua marca está fadada ao fracasso. Vivemos um momento na história em que a internet faz parte do nosso cotidiano e da nossa cultura. A era digital chegou para ficar e o marketing digital faz parte do pacote.
A empresa, independente de ser grande ou pequena, que não adaptar-se a essa nova cultura não conseguirá grandes resultados, isso se conseguir resultados. Passamos por um momento na história em que as pessoas estão cada vez mais conectadas. Conectadas com outras pessoas, com marcas e produtos a qualquer hora e em qualquer lugar através de celulares e tablets.
Se você ainda tem dúvidas sobre a importância da era digital para o seu negócio, aqui vão alguns dados sobre essa bolha de ar que é a internet:
• 94,2 milhões de brasileiros têm acesso à internet (dados publicados peloIbope Nielsen Online)
• O brasileiro passou cerca de 10 horas e 26 minutos conectados às redes sociais em janeiro de 2013 (dados publicados pelo Ibope Media)
• A rede social Twitter possui 500 milhões de usuários e 41 milhões são brasileiros(estudo realizado pela Semiocast)
• Cerca de 46 milhões de brasileiros estão cadastrados no Facebook (relatório realizado pela Socialbakers)
• Dos brasileiros que possuem celular, em média 78% possuem acesso à internet (pesquisa realizada pela Acision)
• 70% dos brasileiros acessam a internet por meio de tablets e smartphones (dados fornecidos pela Accenture)
• 42,2 milhões de brasileiros já fizeram ao menos uma compra pela internet (estudo realizado pela E-bit)
Estes dados demonstram a importância dos meios digitais para a vida das pessoas e também demonstram que é algo que faz parte do cotidiano do brasileiro. Todo mundo está conectado a internet. O seu publico alvo está na internet, o publico da concorrência está na internet, os seus consumidores estão na internet e seus concorrentes também estão conectados 24 horas.
Com toda essa revolução digital proporcionada pelas novas tecnologias, as estratégias voltadas para os meios digitais deixaram de ser uma oportunidade e transforam-se em uma obrigação para pequenas e grandes marcas. A realização de marketing digital deixou de ser uma tendência, e hoje é uma realidade vivenciada por muitas empresas.
Um exemplo que pode ser percebido está em lanchonetes e pizzarias que passaram a atender pedidos por meio dos seus próprios sites e/ou suas fanpages. Outra ação que envolve as redes sociais são promoções realizadas por algumas marcas para as pessoas que efetuarem um determinado número de “check-in” no Facebook quando estiverem consumindo em seus em estabelecimentos. Essas ações são pequenas demonstrações de estratégias que podem ser feitas por uma empresa usando meios digitais.
Além disso, marketing digital oferece muitos benefícios para uma marca. Confira alguns benefícios:
• Pessoas do mundo todo podem saber sobre seu negócio, produto ou marca sem sair do lugar onde estão.
• Baixo investimento comparado a ações tradicionais. As ações realizadas para a internet contém um custo menor (podendo não conter custo algum) do que ações para televisão, rádio ou revista.
• Capacidade de mensuração dos resultados das campanhas realizadas. Consequentemente, podendo descobrir o que deu certo e o que não deu certo para futuras campanhas e projetos.
• Ótima oportunidade de interagir e relacionar-se com todos os tipos de públicos
• Coleta de feedback em tempo real.
• Alternativa eficiente para ações de branding
• Tempo de resposta para ações realizadas em tempo real.
• Facilidade na segmentação do seu publico, ou seja, mas fácil focar campanhas para determinadas pessoas.
Assim como grandes acontecimentos da história, a era digital chegou com tudo, chegou para ficar e será um marco na história do ser humano. Portanto, se sua empresa ainda não pensa em estratégias para a internet e ações de marketing digital, saiba que provavelmente sua concorrência já realiza tais ações e é uma questão de tempo para seu negócio ser apagado da história.
fonte: Plugcitários.com
31 de março de 2013
30 de março de 2013
7 dicas para atrair atenção nas mídias sociais
No meio de tanta informação, obviamente é preciso se destacar para chamar atenção nas mídias sociais. A questão é como fazer isso. No site da revista Inc., o consultor empresarial Steve Tobak dá sete dicas simples, mas nem sempre observadas:
1. Certifique-se de que faz sentido. Seja objetivo e claro ao dizer quem é, o que faz e o que pretende de quem lê. Um bom exercício é verificar como a maioria dos textos nas redes sociais não atende a pelo menos um desses requisitos.
2. Assuma um tom pessoal. O que mais interessa às pessoas são elas mesmas, e as redes sociais ajudam a obter informações sobre elas. Se sua mensagem não engajar o interlocutor rapidamente, será desprezada com igual rapidez. Por isso, evite fazer introduções falando de si mesmo. Se isso for necessário, seja breve.
3. Deixe claro que o interlocutor pode obter alguma coisa boa. Não dê prioridade a seu próprio interesse. E não exagere na descrição das vantagens nem tente enganar.
4. Seja breve. Vá direto ao ponto. Ninguém tem tempo para perder, ainda mais com desconhecidos. Não perca tempo dizendo que sabe como o tempo do outro é valioso.
5. Não seja genérico. “Precisamos de pessoas como você.” Essa frase tão comum já encerra duas generalidades: "nós" e "pessoas". Ninguém se entusiasma com isso.
6. Peça ajuda. Dê um jeito de focar no interlocutor e, ao mesmo tempo, despertar nele vontade de ser solícito. As pessoas gostam disso.
7. Não despreze o que é óbvio. De certa forma, os exemplos dados por Tobak neste item passam os anteriores em revista: preste atenção na correção da linguagem (principalmente se o idioma não for o seu); tente destacar alguma conexão que já existe com o interlocutor (ele e você trabalham na mesma área, por exemplo); mostre que você sabe a quem está se dirigindo, mas não seja invasivo.
fonte: EMPRESAS & NEGÓCIOS
18 de março de 2013
Adega climatizada para ovos de páscoa
Sol o ano todo.
Termômetros que, frequentemente, marcam acima de 30 graus. Com tanto calor, não
há chocolate que
resista. Por conta das temperaturas altas, o Nordeste brasileiro nunca foi um
mercado propício para a venda de ovos de Páscoa.
Tanto é que, segundo
dados da Mondelez International (ex-Kraft Foods, dona da marca Lacta), o
consumo de ovos de chocolate entre os nordestinos é três vezes menor que no
restante do País.
Por causa do clima
muito quente, a distribuição de ovos de chocolate é muito difícil no Nordeste,
explica Alessandra Mendes, gerente da categoria de chocolate da empresa que há
16 anos consecutivo é líder nacional nas vendas de ovos de Páscoa.
De tudo que a Lacta
produz - esse ano a previsão é de 28 milhões de unidades - a região Nordeste
responde apenas por 11% do consumo, mesmo concentrando quase 30% da população
nacional.
Para reverter esses
números e fortalecer o costume de presentear e consumir ovos de chocolate na
região, a Mondelez resolveu investir na região. A marca (que não divulga
valores) dobrou os investimentos em marketing para a temporada 2013 nos Estados
nordestinos.
Por isso, a Mondelez
decidiu investir em lojas próprias dentro de shoppings centers - ambientes que
normalmente têm ar condicionado. Montadas em parceria com as Lojas Americanas,
dentro de centros de compras como o Iguatemi de Fortaleza, essas lojas
receberam uma estrutura pela qual o cliente pode personalizar ovos com fotos
digitais.
Em outros pontos de venda,
principalmente os de rua, a Mondelez decidiu distribuir adegas climatizadas
para funcionar como prateleiras refrigeradas de chocolates.
Desde o fim do ano
passado, 200 unidades já foram instaladas em padarias, lanchonetes e bares da
Bahia, Pernambuco e Ceará. Dessa maneira, a companhia, que é dona de 36,9% das
vendas de ovos de Páscoa no País, espera acelerar seu crescimento no Nordeste.
11 de março de 2013
Ovo de Páscoa de cerveja
A Páscoa está chegando e com ela alguns ovos especiais. Em parceria com chocolateria Folie, a Skol lança pela primeira vez um ovo de Páscoa feito com cerveja. O ovo, cujo nome é “Redondinho”, é feito de chocolate trufado com cerveja.
A novidade vem em um kit que contém seis ovos dentro de um mini-engradado. A principal plataforma da ação é a fan page da Skol no Facebook. A marca irá presentear aqueles que mais interagem com ela na web. Além disso, haverá uma ação na qual os fãs que se marcarem nas fotos postadas do ovo Skol no Facebook receberão o kit em casa. Gostaram da ideia???
21 de fevereiro de 2013
marca holandesa inova e promove aluguel de calças jeans
A marca holandesa Mud Jeans resolveu apostar em uma proposta e estratégia bem diferente para atrair consumidores. Esqueça a ideia de comprar a roupa na loja, lá os consumidores alugam a calça.
O processo funciona da seguinte forma na Mud. Em vez de comprar uma calça, você paga uma taxa mensal para alugar uma. É possível trocar o modelo nas lojas, fazer pequenas reparações caso o jeans descosture e, no fim do período de uso (um ano), a peça vai para a reciclagem.
Esse sistema permite aumentar a quantidade de material reaproveitado na confecção de jeans em até 50% - cortando os custos da produção, da venda e poupando impactos ambientais. Por enquanto, o sistema de aluguel só funciona na Holanda. E você acha que essa estratégia funcionaria no Brasil?
6 de fevereiro de 2013
5 coisas que você não deve fazer em uma negociação
Especialistas em vendas listam os principais erros de empreendedores
durante uma negociação, seja com clientes ou fornecedores.
Donos de pequenas empresas constantemente
se deparam com situações em que é necessário sentar com um cliente ou
fornecedor para chegar a termos que agradem a ambos. Quando há interesse, há
negociação. Um dos principais erros dos empreendedores é se
deixar levar pela ansiedade. “As pessoas querem fechar negócios da forma mais
rápida”, diz Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do
Profissional de Vendas).
1 - Negociar
com pressa
As pessoas passam certos sinais que não devem ser ignorados. O
momento ideal para negociar não é quando o seu interlocutor está com pressa,
verificando o relógio ou o smartphone incessantemente. “Não pode ter pressa, o
bom negociador cria situações melhores para não perder chances”, explica
Ortega.
Não identificar o que o cliente realmente precisa é consequência
de uma postura dominadora da conversa. “Quem está vendendo tem que escutar
mais”, explica Maia.
2 - Agir
pela emoção
Negociar o melhor preço ou prazo mexe com as emoções de qualquer
profissional. Mas, o empreendedor não deve entrar em uma discussão quando há
impasses na conversa. “O que é mais importante: ganhar um contrato ou ganhar
seu ponto de vista?”, questiona Rodrigues. Ele explica que não é uma disputa de
posição porque os dois lados estão em busca de um acordo.
É comum que os empresários fiquem na defensiva
quando são apresentadas objeções sobre o que eles estão propondo. “As pessoas
confundem esse sinal, significa que a pessoa ainda está com uma dúvida e
precisa ser convencido um pouco mais”, explica Ortega. Para o especialista, o
pior não é a objeção, mas quando não há resposta do outro lado.
3 - “Entregar”
de primeira
Negociar requer habilidade, mas a pressa em fechar o negócio deve
ser deixada de lado. “Acaba perdendo lucratividade”, afirma Maia. Ele explica
que entregar a melhor condição, preço ou prazo já na primeira conversa pode
deixar o empresário em desvantagem.
Ortega explica que dúvidas que empreendedores têm como ‘o meu
fornecedor não vai me atender nesse prazo’ ou ‘ se eu passar isso para o meu
cliente, ele não vai aceitar’, são decorrentes da ansiedade. Nesses momentos,
tem que estar preparado para agir com frieza e estar atento ao controle
emocional.
4 - Não
ter as informações necessárias
Imprevistos acontecem, mas ao estar ciente de que um encontro
resultará em uma negociação, prepare-se. A falta de preparo abre brechas para
que o empreendedor entre em contradição ou acabe se apoiando em dados vagos.
“Negociar sem identificar qual é o desejo ou a necessidade desse
cliente e empurrar qualquer coisa, sem ter informações precisas, não funciona”,
completa Maia.
5 - Só
pensar no próprio benefício
Colocar-se no lugar do outro durante uma negociação é essencial.
“Negociação é sempre um confronto de interesses e as pessoas buscam um
interesse em comum”, afirma Rodrigues.
De acordo com Ortega, essa inversão de foco é necessária porque o
empreendedor com habilidade de negociar é aquele que pensa também no que o
outro pode ganhar ao fechar o negócio.
fonte: revista Exame
19 de janeiro de 2013
4 DICAS PARA LANÇAR UM PRODUTO NO TEMPO CERTO.
Decidir lançar um produto novo é um desafio para
todos os empreendedores. Isso porque tendemos a ser perfeccionistas com um novo
produto e, não importa o quanto ele seja bom, nunca será como o que queremos
que ele seja.
Isso porque sempre teremos mais recursos para
adicionar, mais erros para corrigir, mais mudanças no design, e por aí vai…
Sendo assim, se você esperar pelo produto perfeito,
você pode acabar matando a oferta para o mercado, ou pode ser passado pra trás
pelo lançamento de um produto concorrente de uma pessoa que lançou antes de
você.
Por outro lado, lançar um produto cedo demais corre
o grande risco de decepcionar o seu cliente – e todo um mercado – e com isso
prejudicar a sua marca.
Justamente por isso, existem 4 lições que
precisamos colocar em prática antes de lançarmos um produto:
#1. Lançar mais cedo do que você pensa que deveria
Encare a verdade. Você nunca estará satisfeito com
a forma com que o seu produto é lançado. A qualquer momento você terá em mãos
uma lista com milhões de falhas e melhorias a serem consideradas.
Mas isso não deve influenciar no seu lançamento. Se
você está realmente investindo no produto, uma versão melhor sempre aparecerá
na sua cabeça.
Sendo assim, diminua a pressão e a preocupação. Não
espere que o seu produto esteja acabado, espere ate que que possa dar uma boa
primeira impressão para quem importa.
Você sempre vai poder melhorá-lo mais tarde, mas
lançar o produto pode lhe fornecer um grandioso feedback que irão moldar as
características que você quer construir em cima da sua plataforma.
O feedback do usuário no produto recém-lançado, por
exemplo, permite que você priorize aquilo que precisa estar em primeiro lugar
para causar o impacto necessário.
#2.
Defina as expectativas certas
Não trabalhe para criar emoção ou expectativa em cima das pessoas
que vão consumir o seu produto. Você precisa ser capaz de entregar o que
prometeu – ou vai acabar prejudicando a sua credibilidade.
Ofereça ao usuário uma proposta de valor bem clara e tenha certeza
de que o seu produto oferece como benefício para ele. Em algum momento o Cuil disse que seria melhor – e maior – do que o Google nas buscas, e aonde ele se encontra hoje?
Essa declaração grandiosa podem até obter a atenção da imprensa,
mas eles estão finamente anunciando um possível fracasso: se você não pode
entregar as suas promessas, logo você acabará com os usuários que estavam
impressionados por algo que você não poderia entregar.
E, se a sua oferta ainda está em desenvolvimento, seja honesto
sobre isso e convide os usuários a compartilhar os seus comentários e sugestões
com você.
#3.
Fugir dos objetivos
O que você realmente deseja alcançar com o seu novo produto? Você não
pode ter tudo ao mesmo tempo, sendo assim, escolha um objetivo que será o
fator-chave no momento da decisão de seus clientes.
Na maioria dos casos, o grande motivo para lançar o seu produto é
coloca-lo no mercado para então melhorá-lo. Nesse caso, faça o mais rápido
possível, quando você tiver o suficiente para dar às pessoas uma boa primeira
impressão sobre você.
Ele não precisa ser perfeito. Deixe claro ao usuário que você
ainda está em fase de aprendizagem, ao anunciar um produto como um produtobeta
tester. Com isso você vai começar bem e os
usuários o ajudarão a fazer algo muito melhor.
Se você estiver tentando atrair investidores, você precisa criar
emoção com o seu lançamento. Faça quando você tiver a oportunidade de chamar
atenção e tenha o suficiente do seu produto para que seja possível contar uma
grande história sobre onde ele está indo.
Por último, se você quer crescer, você precisa ter certeza de que
tem um grande produto bem testado e um motor de crescimento antes do
lançamento, então seja (ou pareça) grande.
#4.
Lembre-se que este é apenas o começo
Às vezes, esquecemos que o lançamento do produto não é o fim. Sim,
o lançamento do produto é um marco, mas o peso não está totalmente sobre ele.
O lançamento, na verdade, é apenas um pequeno passo na construção
de um produto grande e sustentável.
fonte: Jornal do Empreendedor
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