21 de fevereiro de 2013

marca holandesa inova e promove aluguel de calças jeans


A marca holandesa Mud Jeans resolveu apostar em uma proposta e estratégia bem diferente para atrair consumidores. Esqueça a ideia de comprar a roupa na loja, lá os consumidores alugam a calça.
O processo funciona da seguinte forma na Mud. Em vez de comprar uma calça, você paga uma taxa mensal para alugar uma. É possível trocar o modelo nas lojas, fazer pequenas reparações caso o jeans descosture e, no fim do período de uso (um ano), a peça vai para a reciclagem.
Esse sistema permite aumentar a quantidade de material reaproveitado na confecção de jeans em até 50% - cortando os custos da produção, da venda e poupando impactos ambientais.                                                                Por enquanto, o sistema de aluguel só funciona na Holanda. E você acha que essa estratégia funcionaria no Brasil?






6 de fevereiro de 2013

5 coisas que você não deve fazer em uma negociação


Especialistas em vendas listam os principais erros de empreendedores durante uma negociação, seja com clientes ou fornecedores.

Donos de pequenas empresas constantemente se deparam com situações em que é necessário sentar com um cliente ou fornecedor para chegar a termos que agradem a ambos. Quando há interesse, há negociação. Um dos principais erros dos empreendedores é se deixar levar pela ansiedade. “As pessoas querem fechar negócios da forma mais rápida”, diz Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).
 1 - Negociar com pressa
As pessoas passam certos sinais que não devem ser ignorados. O momento ideal para negociar não é quando o seu interlocutor está com pressa, verificando o relógio ou o smartphone incessantemente. “Não pode ter pressa, o bom negociador cria situações melhores para não perder chances”, explica Ortega.
Não identificar o que o cliente realmente precisa é consequência de uma postura dominadora da conversa. “Quem está vendendo tem que escutar mais”, explica Maia.
2 - Agir pela emoção
Negociar o melhor preço ou prazo mexe com as emoções de qualquer profissional. Mas, o empreendedor não deve entrar em uma discussão quando há impasses na conversa. “O que é mais importante: ganhar um contrato ou ganhar seu ponto de vista?”, questiona Rodrigues. Ele explica que não é uma disputa de posição porque os dois lados estão em busca de um acordo.
É comum que os empresários fiquem na defensiva quando são apresentadas objeções sobre o que eles estão propondo. “As pessoas confundem esse sinal, significa que a pessoa ainda está com uma dúvida e precisa ser convencido um pouco mais”, explica Ortega. Para o especialista, o pior não é a objeção, mas quando não há resposta do outro lado.
3 - “Entregar” de primeira
Negociar requer habilidade, mas a pressa em fechar o negócio deve ser deixada de lado. “Acaba perdendo lucratividade”, afirma Maia. Ele explica que entregar a melhor condição, preço ou prazo já na primeira conversa pode deixar o empresário em desvantagem.
Ortega explica que dúvidas que empreendedores têm como ‘o meu fornecedor não vai me atender nesse prazo’ ou ‘ se eu passar isso para o meu cliente, ele não vai aceitar’, são decorrentes da ansiedade. Nesses momentos, tem que estar preparado para agir com frieza e estar atento ao controle emocional.
 4 - Não ter as informações necessárias 
Imprevistos acontecem, mas ao estar ciente de que um encontro resultará em uma negociação, prepare-se. A falta de preparo abre brechas para que o empreendedor entre em contradição ou acabe se apoiando em dados vagos.
“Negociar sem identificar qual é o desejo ou a necessidade desse cliente e empurrar qualquer coisa, sem ter informações precisas, não funciona”, completa Maia.
5 - Só pensar no próprio benefício
Colocar-se no lugar do outro durante uma negociação é essencial. “Negociação é sempre um confronto de interesses e as pessoas buscam um interesse em comum”, afirma Rodrigues.
De acordo com Ortega, essa inversão de foco é necessária porque o empreendedor com habilidade de negociar é aquele que pensa também no que o outro pode ganhar ao fechar o negócio.
 fonte: revista Exame

19 de janeiro de 2013

4 DICAS PARA LANÇAR UM PRODUTO NO TEMPO CERTO.




Decidir lançar um produto novo é um desafio para todos os empreendedores. Isso porque tendemos a ser perfeccionistas com um novo produto e, não importa o quanto ele seja bom, nunca será como o que queremos que ele seja.
Isso porque sempre teremos mais recursos para adicionar, mais erros para corrigir, mais mudanças no design, e por aí vai…
Sendo assim, se você esperar pelo produto perfeito, você pode acabar matando a oferta para o mercado, ou pode ser passado pra trás pelo lançamento de um produto concorrente de uma pessoa que lançou antes de você.
Por outro lado, lançar um produto cedo demais corre o grande risco de decepcionar o seu cliente – e todo um mercado – e com isso prejudicar a sua marca.
Justamente por isso, existem 4 lições que precisamos colocar em prática antes de lançarmos um produto:

#1. Lançar mais cedo do que você pensa que deveria
Encare a verdade. Você nunca estará satisfeito com a forma com que o seu produto é lançado. A qualquer momento você terá em mãos uma lista com milhões de falhas e melhorias a serem consideradas.
Mas isso não deve influenciar no seu lançamento. Se você está realmente investindo no produto, uma versão melhor sempre aparecerá na sua cabeça.
Sendo assim, diminua a pressão e a preocupação. Não espere que o seu produto esteja acabado, espere ate que que possa dar uma boa primeira impressão para quem importa.
Você sempre vai poder melhorá-lo mais tarde, mas lançar o produto pode lhe fornecer um grandioso feedback que irão moldar as características que você quer construir em cima da sua plataforma.
O feedback do usuário no produto recém-lançado, por exemplo, permite que você priorize aquilo que precisa estar em primeiro lugar para causar o impacto necessário.

#2. Defina as expectativas certas

Não trabalhe para criar emoção ou expectativa em cima das pessoas que vão consumir o seu produto. Você precisa ser capaz de entregar o que prometeu – ou vai acabar prejudicando a sua credibilidade.
Ofereça ao usuário uma proposta de valor bem clara e tenha certeza de que o seu produto oferece como benefício para ele. Em algum momento o Cuil disse que seria melhor – e maior – do que o Google nas buscas, e aonde ele se encontra hoje?
Essa declaração grandiosa podem até obter a atenção da imprensa, mas eles estão finamente anunciando um possível fracasso: se você não pode entregar as suas promessas, logo você acabará com os usuários que estavam impressionados por algo que você não poderia entregar.
E, se a sua oferta ainda está em desenvolvimento, seja honesto sobre isso e convide os usuários a compartilhar os seus comentários e sugestões com você.

 

#3. Fugir dos objetivos

O que você realmente deseja alcançar com o seu novo produto? Você não pode ter tudo ao mesmo tempo, sendo assim, escolha um objetivo que será o fator-chave no momento da decisão de seus clientes.
Na maioria dos casos, o grande motivo para lançar o seu produto é coloca-lo no mercado para então melhorá-lo. Nesse caso, faça o mais rápido possível, quando você tiver o suficiente para dar às pessoas uma boa primeira impressão sobre você.
Ele não precisa ser perfeito. Deixe claro ao usuário que você ainda está em fase de aprendizagem, ao anunciar um produto como um produtobeta tester. Com isso você vai começar bem e os usuários o ajudarão a fazer algo muito melhor.
Se você estiver tentando atrair investidores, você precisa criar emoção com o seu lançamento. Faça quando você tiver a oportunidade de chamar atenção e tenha o suficiente do seu produto para que seja possível contar uma grande história sobre onde ele está indo.
Por último, se você quer crescer, você precisa ter certeza de que tem um grande produto bem testado e um motor de crescimento antes do lançamento, então seja (ou pareça) grande.

 

#4. Lembre-se que este é apenas o começo

Às vezes, esquecemos que o lançamento do produto não é o fim. Sim, o lançamento do produto é um marco, mas o peso não está totalmente sobre ele.
O lançamento, na verdade, é apenas um pequeno passo na construção de um produto grande e sustentável.

fonte: Jornal do Empreendedor

18 de dezembro de 2012

Treze tendências de marketing para 2013


Não é só uma revolução tecnológica que se desenrola diante de nossos olhos dia após dia. Mais do que notar que o que era teclado+mouse+interface gráfica passou a ser toque+voz+gesto, o fundamental é perceber a mudança de cultura, de interação com o mundo.
Tendo isso em mente, que afeta substancialmente o comportamento do consumidor frente à informação e ao posicionamento de empresas e marcas, dá para inferir algumas tendências para o novo ano que se aproxima.
1) Customização. A comoditização de marcas e produtos já está levando os consumidores a ansiar por exclusividade e personalização (daí o sucesso do Pinterest, por exemplo, já que cada um cria seu próprio painel de preferências). As marcas passarão a investir mais em autenticidade e experiências individuais e sob medida, permitindo que as pessoas efetivamente controlem o que querem fazer ou comprar. A chance de customização passará a ser um diferencial para produtos e serviços.
2) Integração entre redes sociais e bancos de dados. Quem é o seu cliente? Onde ele compra, o que ele compra, a que horas, sozinho ou com amigos, de que outras coisas ele gosta, que tipo de comentário ele costuma postar nas redes sociais sobre os produtos que adquire, que tipo de produto ele gostaria de comprar… inúmeras questões cujas respostas estão soltas em diversos canais e pontos de contato e que precisam ser “amarradas”. Ao sincronizar as atividades nas mídias sociais com os bancos de dados dos clientes, dá para tirar informações comportamentais e elaborar mensagens e ações mais dirigidas. Aprimorar a personalização desses conteúdos pode levar efetivamente o consumidor a uma ação desejada e um relacionamento mais significativo e duradouro com as marcas.
3) Conteúdo sob demanda. Na esteira da customização, crescerá a expectativa por ações que vão ao encontro das preferências de cada consumidor individualmente. Isso inclui propor conteúdos específicos de acordo com o interesse de cada consumidor, “lendo” as suas várias facetas. Um exemplo é o que já faz o Zite, espécie de revista eletrônica que, com base no que você posta no Twitter ou Facebook, sugere leituras (artigos) de interesse. Ou o que faz a Amazon, capaz não só de te reconhecer como um visitante de retorno mas de indicar outras leituras com base em suas compras anteriores. Esse marketing absolutamente individualizado é muito mais eficiente.
4) Curadoria de conteúdo. Mesmo com esse marketing “inteligente”, a quantidade de informações às quais somos submetidos todos os dias é exorbitante. Oferecer serviços de curadoria sob medida é um nicho ainda pouco explorado.
5) Imagens. O conteúdo será cada vez mais visual. Menos texto, mais imagens. Fotos, vídeos e infográficos serão cada vez mais importantes para compartilhar nossa visão de mundo, pois são de fácil e rápido consumo. O sucesso do Pinterest (uma grande colagem das suas fotos preferidas sobre os mais variados temas) e do Instagram (que permite aplicar efeitos interessantes em suas fotos) durante 2012 é uma prova. Modificações introduzidas este ano pelo Facebook e pelo Twitter, abrindo a possibilidade de utilizar imagens no perfil do usuário, e a integração entre os diversos aplicativos e plataformas, permitindo o compartilhamento das fotos que você quiser, dão impulso adicional à tendência.
6) Compartilhamento. Cada vez mais, experiências de vida só vão parecer relevantes e memoráveis se compartilhadas com o maior número possível de pessoas. Crescerão as ferramentas que permitem que você integre todos os aplicativos que utiliza e associe conteúdos em diferentes websites.
7) Recursos de voz. A expectativa por informação imediata, personalizada e em qualquer lugar estimulará a expansão de “assistentes de voz” como o Siri, capazes de nos dar indicações em tempo real.
8 ) Telas mobile. Para esse compartilhamento, pessoas e empresas devem considerar que equipamentos mobile são cada vez mais comuns. Smartphones e tablets terão uso cada vez maior e websites que não estiverem programados para isso serão mal vistos. Segundo levantamento do banco Morgan Stanley, de apenas um ano para cá o número de smartphones no mundo deu um salto de 42%, chegando a 1,1 bilhão. Apesar do estrondoso crescimento, os smartphones ainda representam apenas 17% do total de 5 bilhões de celulares em uso no mundo.
9) A qualquer tempo e em qualquer lugar. Foi no quarto trimestre de 2010 que o número de smartphones e tablets no mundo ultrapassou o de PCs – e aí que se viu o início de uma mudança de cultura, a exemplo do que aconteceu em 2002, quando o número de celulares suplantou o de telefones fixos. Como decorrência do boom mobile, o nível de exigência das pessoas por informações em tempo real na sua telinha portátil tende a aumentar, e os profissionais de marketing podem pensar em ações para atender essa demanda. Para se ter uma ideia, o número de adultos com tablets nos Estados Unidos pulou de 2% em 2009 para 29% em 2012, segundo o Pew Research Center. Outra prova cabal: neste Natal, o maior desejo de quase metade (48%) das crianças de 6 a 12 anos nos Estados Unidos é um iPad, à frente até do videogame Wii (39%). Em terceiro, supresa! O iPad mini (36%). Ou seja, até as crianças estão totalmente plugadas. Os números são da Nielsen.
10) SEO = conteúdo + compartilhamento. Foi-se o tempo em que o importante era usar estratagemas e palavras-chave para que os algoritmos das ferramentas de busca “enxergassem” melhor a marca. Agora, o que dá realmente resultado é conteúdo relevante, que as pessoas compartilhem e para os quais gerem links. Search Engine Optimization (SEO), mídias sociais e conteúdo não são mais canais separados ou práticas segmentadas.
11) Mídias sociais como mainstream. Basta parar um minuto e pensar: como fico sabendo das coisas e busco informação hoje em dia? A resposta pode passar por jornais online, blogs que compilam fatos e opiniões e até por noticiários na TV. Mas com certeza incluem o Facebook, o Twitter ou o LinkedIn, por uma simples razão: as mídias sociais já viraram mainstream, ou sejam, competem de igual para igual na geração e compartilhamento de conteúdos.
12) Crowdsourcing para produção de conteúdo. Envolver os clientes em ações para desenvolvimento ou melhoria de produtos é prática já popular. Mas a partir de 2013 vai se tornar mais relevante fazer isso, pois a demanda dos consumidores por participação aumentou.
13) Online X offline? Esqueça. As pessoas não percebem mais essa separação. Vão em busca de uma experiência autêntica, preparada para elas individualmente, que transite em um mundo só, sem fronteiras entre online e offline.
fonte: revista Exame.

11 de dezembro de 2012

Publicidade Móvel atrai Brasileiros


Cerca de 69% dos internautas brasileiros se interessariam em interagir com as propagandas que vêem nas mídias tradicionais, como televisão, jornais e revista, por meio de seus celulares e tablets. O dados são de pesquisa da Opera Software (empresa do navegador móvel mais popular no Brasil, o Opera Mini, com 34% de participação do mercado, segundo pesquisa da  StatCounter) sobre o uso da internet móvel no Brasil. Com uma amostra de mais de seis mil brasileiros, todos usuários do Opera Mini, entrevistados durante o mês de julho de 2012, a pesquisa revelou que 79% utilizam seus dispositivos móveis diariamente para acessar a internet. O uso mais comum é para atualizar redes sociais (59%), baixar conteúdos(57%), fazer pesquisas (36%) e assistir vídeos (32%).
Questionados sobre o que compram na internet dos seus dispositivos móveis, 76% por cento dos entrevistados falaram que não compram por meio de seus celulares. Entre aqueles que declararam utilizar o dispositivo móvel para compras, as categorias mais populares foram: aplicativos, ringtones, jogos e wallpapers, com 18%. Em seguida vieram os produtos eletrônicos como telefones e computadores (3%). Perguntados sobre o que gostariam de consumir pelo celular, 65% responderam conteúdos gratuitos, 37% pediram aplicativos, ringtones, jogos e wallpapers, e 29% citaram os vídeos.
fonte: www.revistamarketing.com.br

23 de novembro de 2012

O que o marketing pode ensinar ao RH??


Malcom Gladwell faz uma análise interessante de um fenômeno cognitivo no seu livro "Blink: A decisão num piscar de olhos". Ele fala sobre aqueles dias em que tudo dá errado, ou que sentimos uma onda "positiva" ou "negativa" no ar. Você sai de casa, o pneu do carro fura, seu chefe te dá uma bronca, seu animal de estimação fica doente e um primo chato avisa qu
e vai passar uns dias na sua casa. Pronto! Uma nuvem escura paira sobre sua vida e as bruxas estão soltas. Melhor ficar esperto, pois outras coisas ruins provavelmente vão acontecer...

Este fenômeno é chamado pelo autor de "fatiar fino", ou seja, chegar a conclusões a partir das poucas referências que temos, associando uma a outra. Felizmente isto não tem nenhuma causa sobrenatural. É uma infeliz série de coincidências que tendemos a achar que estão conectadas.

Pegue outro exemplo, o de um poderoso governante. Ele vai até a mídia e fala (de boca cheia) que nunca o estado foi tão bom e o povo nunca viveu tão bem quanto no seu governo. Você pode ficar incomodado com isto, mas ele provavelmente acredita no que está falando. Ele não está sendo hipócrita ou fingindo perante os repórteres. Ele realmente acredita nisto. Por quê?

Porque está rodeado de pessoas que falam isto para ele. Os dados que ele obtém vão todos nesta direção (ou você preferiria ser a pessoa que vai levar noticias ruins para o chefe?).

O marketing já percebeu que não adianta só se basear em poucas informações para tomar decisões importantes: Ele precisa de muitos dados, bem confiáveis e que permitam uma visão ampla dos cenários e comportamentos das pessoas e dos mercados. Para isto utilizam ferramentas complexas e de alta tecnologia antes de tomarem decisões que podem custar muito caro caso estejam erradas.

Curiosamente não faz muito tempo que as empresas passaram a perceber que estes dados também são necessários quando se trata de pessoas das suas equipes de trabalho. A grande maioria de investimento em tecnologia nesta área foi inicialmente em controle: crachás inteligentes para saber a hora em que o funcionário entra ou sai, restrição ao uso pessoal do computador, login e senha para acessar dados, dentre outros.

Este tipo de informação é fundamental para as empresas, mas não satisfaz. É preciso obter dados de outra natureza. E foi ai que se consolidaram as pesquisas de clima organizacional, focus groups e sistemas de gerenciamento de equipes.

Mesmo assim o profissional de RH depende muito de sua intuição em algumas situações, pois faltam dados para tomada de decisão. E o risco, óbvio, é que ele tome decisões erradas por acabar "fatiando fino", ou seja, interpretando poucos dados e transformando em regra o que pode ser exceção.

Um exemplo que muitas empresas estão adotando e que poderia ser ampliado é a questão de acompanhar as redes sociais, algo que o marketing já pratica para compreender o que o cliente está pensando e escrevendo para seu grupo. O RH também usa as redes sociais, mas com foco na contratação. Acessa o perfil do candidato para ver melhor as características que podem ter escapado nas entrevistas e no processo seletivo.

Mas como o RH acompanha o grupo de funcionários na rede? Existem inúmeros softwares que o marketing usa para poder monitorar grupos de pessoas nas redes sociais, mas o RH, por vezes, não usa estes mesmos recursos para acompanhar o que pensam e falam seus colaboradores. Só para lembrar, não há questões éticas envolvidas no RH acompanhar o que seus funcionários falam nas redes sociais. Se existissem, teríamos de questionar a atitude do marketing de acompanhar o que se fala nas redes também.

Pesquisas de opinião e de clima organizacional ajudam bastante, e as empresas normalmente usam este recurso. Mas pesquisas de clima, que são aplicadas a cada ano ou dois, estão distantes do cotidiano da empresa. E acabam servindo a outros propósitos, principalmente em empresas globais.

Falo isto pois desenvolvo projetos que usam recursos do marketing nos RHs e percebo que a pesquisa anual de clima virou um tipo de ritual, daqueles que sabemos que temos de realizar, mas não entendemos seu real significado. Os colaboradores geralmente comentam a falta de feedback destas pesquisas. Eles não entendem o que é feito com as informações, e a falta de devolutiva acaba impactando negativamente no processo. Isto sem contar que muita coisa muda em um ano, acabamos perdendo as nuances do negócio e das dinâmicas internas que ajudam ou atrapalham o crescimento da empresa.

Quer uma maneira interessante para injetar ideias novas no RH? Que tal agendar uma conversa com o marketing e pedir para que eles mostrem o que estão usando para compreender os cenários que eles acompanham? Tenho certeza que muita coisa não vai servir para o público interno, mas que alguma boa ideia pode surgir dali, eu posso garantir.

fonte: revista VOCÊ RH

15 de novembro de 2012


A responsabilidade social passou de um tema bastante discutido no meio corporativo para ser incorporado em estratégias de grandes companhias. Empresas como Avon, Nokia e Coca-Cola já colocaram a prática em sua estratégia de marketing para fortalecer suas marcas e agregar valor a produtos e serviços, ao mesmo tempo em que promovem benefícios para as comunidades em que estão inseridas e contribuem para o desenvolvimento da população.
Caminhando nesta direção, as companhias desenvolvem programas de sustentabilidade, investem em institutos de ensino e levam ainda o conceito de negócios sociais para dentro da gestão, buscando inovação na categoria e mais consumidores engajados.
A Fundação Nokia de Ensino, o Coletivo Coca-Cola e a campanha Avon contra o câncer de mama são exemplos de ações sociais que fazem parte das estratégias de sustentabilidade em longo prazo para os negócios das empresas.
Seguindo a lógica do bom desempenho e do lucro, a preocupação com os efeitos sociais e ambientais causados pelas indústrias não é mais apenas uma opção, mas uma determinação do mercado. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Ibope Ambiental, em setembro de 2011, 70% dos consumidores já buscam informações sobre o engajamento das empresas com o tema.
fonte: revista Exame

23 de outubro de 2012

McDonald’s dá dicas sobre segurança infantil em bandejas

McDonald’s divulga nas lâminas das bandejas da sua rede dicas de segurança infantil durante o mês de novembro.A ação tem a parceria do INMETRO e conscientizará cerca de 1,7 milhões de consumidores que frequentam os restaurantes diariamente em todo o Brasil.A iniciativa toma como base dados do instituto divulgados em agosto de 2012, que apontam que os artigos infantis são os principais responsáveis pelos acidentes domésticos (14%).Entre as informações divulgadas nas bandejas estão a importância de observar o selo de recomendação de idade dos brinquedos, os cuidados que os pais devem ter com os berços, entre outras.

Fonte: Revista Exame.

22 de outubro de 2012

Coca-Cola desafia consumidores a uma missão à la James Bond

Na linha de vending machines mandonas, como tanto já vimos recentemente, a Coca-Cola Zero inventou mais uma. Porém, a ordem dessa vez é digna de uma missão de James Bond.Quem compra um refrigerante, é desafiado a correr até determinado lugar para ganhar ingressos para o novo “007 – Operação Skyfall”. Além de apenas 70 segundos, o caminho dentro da estação de trem não vai ser tão trivial quanto sempre.Mais um acerto viral da marca, e um case com participação de vending machine. A utilização dessas máquinas em ações sempre aconteceu, mas limitadas na origem mecânica dos equipamentos. O boom nos últimos anos acontece bem no momento em que essas vendedoras robóticas são digitalizadas e ganham funcionalidades.