31 de março de 2013
30 de março de 2013
7 dicas para atrair atenção nas mídias sociais
No meio de tanta informação, obviamente é preciso se destacar para chamar atenção nas mídias sociais. A questão é como fazer isso. No site da revista Inc., o consultor empresarial Steve Tobak dá sete dicas simples, mas nem sempre observadas:
1. Certifique-se de que faz sentido. Seja objetivo e claro ao dizer quem é, o que faz e o que pretende de quem lê. Um bom exercício é verificar como a maioria dos textos nas redes sociais não atende a pelo menos um desses requisitos.
2. Assuma um tom pessoal. O que mais interessa às pessoas são elas mesmas, e as redes sociais ajudam a obter informações sobre elas. Se sua mensagem não engajar o interlocutor rapidamente, será desprezada com igual rapidez. Por isso, evite fazer introduções falando de si mesmo. Se isso for necessário, seja breve.
3. Deixe claro que o interlocutor pode obter alguma coisa boa. Não dê prioridade a seu próprio interesse. E não exagere na descrição das vantagens nem tente enganar.
4. Seja breve. Vá direto ao ponto. Ninguém tem tempo para perder, ainda mais com desconhecidos. Não perca tempo dizendo que sabe como o tempo do outro é valioso.
5. Não seja genérico. “Precisamos de pessoas como você.” Essa frase tão comum já encerra duas generalidades: "nós" e "pessoas". Ninguém se entusiasma com isso.
6. Peça ajuda. Dê um jeito de focar no interlocutor e, ao mesmo tempo, despertar nele vontade de ser solícito. As pessoas gostam disso.
7. Não despreze o que é óbvio. De certa forma, os exemplos dados por Tobak neste item passam os anteriores em revista: preste atenção na correção da linguagem (principalmente se o idioma não for o seu); tente destacar alguma conexão que já existe com o interlocutor (ele e você trabalham na mesma área, por exemplo); mostre que você sabe a quem está se dirigindo, mas não seja invasivo.
fonte: EMPRESAS & NEGÓCIOS
18 de março de 2013
Adega climatizada para ovos de páscoa
Sol o ano todo.
Termômetros que, frequentemente, marcam acima de 30 graus. Com tanto calor, não
há chocolate que
resista. Por conta das temperaturas altas, o Nordeste brasileiro nunca foi um
mercado propício para a venda de ovos de Páscoa.
Tanto é que, segundo
dados da Mondelez International (ex-Kraft Foods, dona da marca Lacta), o
consumo de ovos de chocolate entre os nordestinos é três vezes menor que no
restante do País.
Por causa do clima
muito quente, a distribuição de ovos de chocolate é muito difícil no Nordeste,
explica Alessandra Mendes, gerente da categoria de chocolate da empresa que há
16 anos consecutivo é líder nacional nas vendas de ovos de Páscoa.
De tudo que a Lacta
produz - esse ano a previsão é de 28 milhões de unidades - a região Nordeste
responde apenas por 11% do consumo, mesmo concentrando quase 30% da população
nacional.
Para reverter esses
números e fortalecer o costume de presentear e consumir ovos de chocolate na
região, a Mondelez resolveu investir na região. A marca (que não divulga
valores) dobrou os investimentos em marketing para a temporada 2013 nos Estados
nordestinos.
Por isso, a Mondelez
decidiu investir em lojas próprias dentro de shoppings centers - ambientes que
normalmente têm ar condicionado. Montadas em parceria com as Lojas Americanas,
dentro de centros de compras como o Iguatemi de Fortaleza, essas lojas
receberam uma estrutura pela qual o cliente pode personalizar ovos com fotos
digitais.
Em outros pontos de venda,
principalmente os de rua, a Mondelez decidiu distribuir adegas climatizadas
para funcionar como prateleiras refrigeradas de chocolates.
Desde o fim do ano
passado, 200 unidades já foram instaladas em padarias, lanchonetes e bares da
Bahia, Pernambuco e Ceará. Dessa maneira, a companhia, que é dona de 36,9% das
vendas de ovos de Páscoa no País, espera acelerar seu crescimento no Nordeste.
11 de março de 2013
Ovo de Páscoa de cerveja
A Páscoa está chegando e com ela alguns ovos especiais. Em parceria com chocolateria Folie, a Skol lança pela primeira vez um ovo de Páscoa feito com cerveja. O ovo, cujo nome é “Redondinho”, é feito de chocolate trufado com cerveja.
A novidade vem em um kit que contém seis ovos dentro de um mini-engradado. A principal plataforma da ação é a fan page da Skol no Facebook. A marca irá presentear aqueles que mais interagem com ela na web. Além disso, haverá uma ação na qual os fãs que se marcarem nas fotos postadas do ovo Skol no Facebook receberão o kit em casa. Gostaram da ideia???
21 de fevereiro de 2013
marca holandesa inova e promove aluguel de calças jeans
A marca holandesa Mud Jeans resolveu apostar em uma proposta e estratégia bem diferente para atrair consumidores. Esqueça a ideia de comprar a roupa na loja, lá os consumidores alugam a calça.
O processo funciona da seguinte forma na Mud. Em vez de comprar uma calça, você paga uma taxa mensal para alugar uma. É possível trocar o modelo nas lojas, fazer pequenas reparações caso o jeans descosture e, no fim do período de uso (um ano), a peça vai para a reciclagem.
Esse sistema permite aumentar a quantidade de material reaproveitado na confecção de jeans em até 50% - cortando os custos da produção, da venda e poupando impactos ambientais. Por enquanto, o sistema de aluguel só funciona na Holanda. E você acha que essa estratégia funcionaria no Brasil?
6 de fevereiro de 2013
5 coisas que você não deve fazer em uma negociação
Especialistas em vendas listam os principais erros de empreendedores
durante uma negociação, seja com clientes ou fornecedores.
Donos de pequenas empresas constantemente
se deparam com situações em que é necessário sentar com um cliente ou
fornecedor para chegar a termos que agradem a ambos. Quando há interesse, há
negociação. Um dos principais erros dos empreendedores é se
deixar levar pela ansiedade. “As pessoas querem fechar negócios da forma mais
rápida”, diz Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do
Profissional de Vendas).
1 - Negociar
com pressa
As pessoas passam certos sinais que não devem ser ignorados. O
momento ideal para negociar não é quando o seu interlocutor está com pressa,
verificando o relógio ou o smartphone incessantemente. “Não pode ter pressa, o
bom negociador cria situações melhores para não perder chances”, explica
Ortega.
Não identificar o que o cliente realmente precisa é consequência
de uma postura dominadora da conversa. “Quem está vendendo tem que escutar
mais”, explica Maia.
2 - Agir
pela emoção
Negociar o melhor preço ou prazo mexe com as emoções de qualquer
profissional. Mas, o empreendedor não deve entrar em uma discussão quando há
impasses na conversa. “O que é mais importante: ganhar um contrato ou ganhar
seu ponto de vista?”, questiona Rodrigues. Ele explica que não é uma disputa de
posição porque os dois lados estão em busca de um acordo.
É comum que os empresários fiquem na defensiva
quando são apresentadas objeções sobre o que eles estão propondo. “As pessoas
confundem esse sinal, significa que a pessoa ainda está com uma dúvida e
precisa ser convencido um pouco mais”, explica Ortega. Para o especialista, o
pior não é a objeção, mas quando não há resposta do outro lado.
3 - “Entregar”
de primeira
Negociar requer habilidade, mas a pressa em fechar o negócio deve
ser deixada de lado. “Acaba perdendo lucratividade”, afirma Maia. Ele explica
que entregar a melhor condição, preço ou prazo já na primeira conversa pode
deixar o empresário em desvantagem.
Ortega explica que dúvidas que empreendedores têm como ‘o meu
fornecedor não vai me atender nesse prazo’ ou ‘ se eu passar isso para o meu
cliente, ele não vai aceitar’, são decorrentes da ansiedade. Nesses momentos,
tem que estar preparado para agir com frieza e estar atento ao controle
emocional.
4 - Não
ter as informações necessárias
Imprevistos acontecem, mas ao estar ciente de que um encontro
resultará em uma negociação, prepare-se. A falta de preparo abre brechas para
que o empreendedor entre em contradição ou acabe se apoiando em dados vagos.
“Negociar sem identificar qual é o desejo ou a necessidade desse
cliente e empurrar qualquer coisa, sem ter informações precisas, não funciona”,
completa Maia.
5 - Só
pensar no próprio benefício
Colocar-se no lugar do outro durante uma negociação é essencial.
“Negociação é sempre um confronto de interesses e as pessoas buscam um
interesse em comum”, afirma Rodrigues.
De acordo com Ortega, essa inversão de foco é necessária porque o
empreendedor com habilidade de negociar é aquele que pensa também no que o
outro pode ganhar ao fechar o negócio.
fonte: revista Exame
19 de janeiro de 2013
4 DICAS PARA LANÇAR UM PRODUTO NO TEMPO CERTO.
Decidir lançar um produto novo é um desafio para
todos os empreendedores. Isso porque tendemos a ser perfeccionistas com um novo
produto e, não importa o quanto ele seja bom, nunca será como o que queremos
que ele seja.
Isso porque sempre teremos mais recursos para
adicionar, mais erros para corrigir, mais mudanças no design, e por aí vai…
Sendo assim, se você esperar pelo produto perfeito,
você pode acabar matando a oferta para o mercado, ou pode ser passado pra trás
pelo lançamento de um produto concorrente de uma pessoa que lançou antes de
você.
Por outro lado, lançar um produto cedo demais corre
o grande risco de decepcionar o seu cliente – e todo um mercado – e com isso
prejudicar a sua marca.
Justamente por isso, existem 4 lições que
precisamos colocar em prática antes de lançarmos um produto:
#1. Lançar mais cedo do que você pensa que deveria
Encare a verdade. Você nunca estará satisfeito com
a forma com que o seu produto é lançado. A qualquer momento você terá em mãos
uma lista com milhões de falhas e melhorias a serem consideradas.
Mas isso não deve influenciar no seu lançamento. Se
você está realmente investindo no produto, uma versão melhor sempre aparecerá
na sua cabeça.
Sendo assim, diminua a pressão e a preocupação. Não
espere que o seu produto esteja acabado, espere ate que que possa dar uma boa
primeira impressão para quem importa.
Você sempre vai poder melhorá-lo mais tarde, mas
lançar o produto pode lhe fornecer um grandioso feedback que irão moldar as
características que você quer construir em cima da sua plataforma.
O feedback do usuário no produto recém-lançado, por
exemplo, permite que você priorize aquilo que precisa estar em primeiro lugar
para causar o impacto necessário.
#2.
Defina as expectativas certas
Não trabalhe para criar emoção ou expectativa em cima das pessoas
que vão consumir o seu produto. Você precisa ser capaz de entregar o que
prometeu – ou vai acabar prejudicando a sua credibilidade.
Ofereça ao usuário uma proposta de valor bem clara e tenha certeza
de que o seu produto oferece como benefício para ele. Em algum momento o Cuil disse que seria melhor – e maior – do que o Google nas buscas, e aonde ele se encontra hoje?
Essa declaração grandiosa podem até obter a atenção da imprensa,
mas eles estão finamente anunciando um possível fracasso: se você não pode
entregar as suas promessas, logo você acabará com os usuários que estavam
impressionados por algo que você não poderia entregar.
E, se a sua oferta ainda está em desenvolvimento, seja honesto
sobre isso e convide os usuários a compartilhar os seus comentários e sugestões
com você.
#3.
Fugir dos objetivos
O que você realmente deseja alcançar com o seu novo produto? Você não
pode ter tudo ao mesmo tempo, sendo assim, escolha um objetivo que será o
fator-chave no momento da decisão de seus clientes.
Na maioria dos casos, o grande motivo para lançar o seu produto é
coloca-lo no mercado para então melhorá-lo. Nesse caso, faça o mais rápido
possível, quando você tiver o suficiente para dar às pessoas uma boa primeira
impressão sobre você.
Ele não precisa ser perfeito. Deixe claro ao usuário que você
ainda está em fase de aprendizagem, ao anunciar um produto como um produtobeta
tester. Com isso você vai começar bem e os
usuários o ajudarão a fazer algo muito melhor.
Se você estiver tentando atrair investidores, você precisa criar
emoção com o seu lançamento. Faça quando você tiver a oportunidade de chamar
atenção e tenha o suficiente do seu produto para que seja possível contar uma
grande história sobre onde ele está indo.
Por último, se você quer crescer, você precisa ter certeza de que
tem um grande produto bem testado e um motor de crescimento antes do
lançamento, então seja (ou pareça) grande.
#4.
Lembre-se que este é apenas o começo
Às vezes, esquecemos que o lançamento do produto não é o fim. Sim,
o lançamento do produto é um marco, mas o peso não está totalmente sobre ele.
O lançamento, na verdade, é apenas um pequeno passo na construção
de um produto grande e sustentável.
fonte: Jornal do Empreendedor
24 de dezembro de 2012
18 de dezembro de 2012
Treze tendências de marketing para 2013
Não é só uma revolução tecnológica que se desenrola diante de nossos olhos dia após dia. Mais do que notar que o que era teclado+mouse+interface gráfica passou a ser toque+voz+gesto, o fundamental é perceber a mudança de cultura, de interação com o mundo.
Tendo isso em mente, que afeta substancialmente o comportamento do consumidor frente à informação e ao posicionamento de empresas e marcas, dá para inferir algumas tendências para o novo ano que se aproxima.
1) Customização. A comoditização de marcas e produtos já está levando os consumidores a ansiar por exclusividade e personalização (daí o sucesso do Pinterest, por exemplo, já que cada um cria seu próprio painel de preferências). As marcas passarão a investir mais em autenticidade e experiências individuais e sob medida, permitindo que as pessoas efetivamente controlem o que querem fazer ou comprar. A chance de customização passará a ser um diferencial para produtos e serviços.
2) Integração entre redes sociais e bancos de dados. Quem é o seu cliente? Onde ele compra, o que ele compra, a que horas, sozinho ou com amigos, de que outras coisas ele gosta, que tipo de comentário ele costuma postar nas redes sociais sobre os produtos que adquire, que tipo de produto ele gostaria de comprar… inúmeras questões cujas respostas estão soltas em diversos canais e pontos de contato e que precisam ser “amarradas”. Ao sincronizar as atividades nas mídias sociais com os bancos de dados dos clientes, dá para tirar informações comportamentais e elaborar mensagens e ações mais dirigidas. Aprimorar a personalização desses conteúdos pode levar efetivamente o consumidor a uma ação desejada e um relacionamento mais significativo e duradouro com as marcas.
3) Conteúdo sob demanda. Na esteira da customização, crescerá a expectativa por ações que vão ao encontro das preferências de cada consumidor individualmente. Isso inclui propor conteúdos específicos de acordo com o interesse de cada consumidor, “lendo” as suas várias facetas. Um exemplo é o que já faz o Zite, espécie de revista eletrônica que, com base no que você posta no Twitter ou Facebook, sugere leituras (artigos) de interesse. Ou o que faz a Amazon, capaz não só de te reconhecer como um visitante de retorno mas de indicar outras leituras com base em suas compras anteriores. Esse marketing absolutamente individualizado é muito mais eficiente.
4) Curadoria de conteúdo. Mesmo com esse marketing “inteligente”, a quantidade de informações às quais somos submetidos todos os dias é exorbitante. Oferecer serviços de curadoria sob medida é um nicho ainda pouco explorado.
5) Imagens. O conteúdo será cada vez mais visual. Menos texto, mais imagens. Fotos, vídeos e infográficos serão cada vez mais importantes para compartilhar nossa visão de mundo, pois são de fácil e rápido consumo. O sucesso do Pinterest (uma grande colagem das suas fotos preferidas sobre os mais variados temas) e do Instagram (que permite aplicar efeitos interessantes em suas fotos) durante 2012 é uma prova. Modificações introduzidas este ano pelo Facebook e pelo Twitter, abrindo a possibilidade de utilizar imagens no perfil do usuário, e a integração entre os diversos aplicativos e plataformas, permitindo o compartilhamento das fotos que você quiser, dão impulso adicional à tendência.
6) Compartilhamento. Cada vez mais, experiências de vida só vão parecer relevantes e memoráveis se compartilhadas com o maior número possível de pessoas. Crescerão as ferramentas que permitem que você integre todos os aplicativos que utiliza e associe conteúdos em diferentes websites.
7) Recursos de voz. A expectativa por informação imediata, personalizada e em qualquer lugar estimulará a expansão de “assistentes de voz” como o Siri, capazes de nos dar indicações em tempo real.
8 ) Telas mobile. Para esse compartilhamento, pessoas e empresas devem considerar que equipamentos mobile são cada vez mais comuns. Smartphones e tablets terão uso cada vez maior e websites que não estiverem programados para isso serão mal vistos. Segundo levantamento do banco Morgan Stanley, de apenas um ano para cá o número de smartphones no mundo deu um salto de 42%, chegando a 1,1 bilhão. Apesar do estrondoso crescimento, os smartphones ainda representam apenas 17% do total de 5 bilhões de celulares em uso no mundo.
9) A qualquer tempo e em qualquer lugar. Foi no quarto trimestre de 2010 que o número de smartphones e tablets no mundo ultrapassou o de PCs – e aí que se viu o início de uma mudança de cultura, a exemplo do que aconteceu em 2002, quando o número de celulares suplantou o de telefones fixos. Como decorrência do boom mobile, o nível de exigência das pessoas por informações em tempo real na sua telinha portátil tende a aumentar, e os profissionais de marketing podem pensar em ações para atender essa demanda. Para se ter uma ideia, o número de adultos com tablets nos Estados Unidos pulou de 2% em 2009 para 29% em 2012, segundo o Pew Research Center. Outra prova cabal: neste Natal, o maior desejo de quase metade (48%) das crianças de 6 a 12 anos nos Estados Unidos é um iPad, à frente até do videogame Wii (39%). Em terceiro, supresa! O iPad mini (36%). Ou seja, até as crianças estão totalmente plugadas. Os números são da Nielsen.
10) SEO = conteúdo + compartilhamento. Foi-se o tempo em que o importante era usar estratagemas e palavras-chave para que os algoritmos das ferramentas de busca “enxergassem” melhor a marca. Agora, o que dá realmente resultado é conteúdo relevante, que as pessoas compartilhem e para os quais gerem links. Search Engine Optimization (SEO), mídias sociais e conteúdo não são mais canais separados ou práticas segmentadas.
11) Mídias sociais como mainstream. Basta parar um minuto e pensar: como fico sabendo das coisas e busco informação hoje em dia? A resposta pode passar por jornais online, blogs que compilam fatos e opiniões e até por noticiários na TV. Mas com certeza incluem o Facebook, o Twitter ou o LinkedIn, por uma simples razão: as mídias sociais já viraram mainstream, ou sejam, competem de igual para igual na geração e compartilhamento de conteúdos.
12) Crowdsourcing para produção de conteúdo. Envolver os clientes em ações para desenvolvimento ou melhoria de produtos é prática já popular. Mas a partir de 2013 vai se tornar mais relevante fazer isso, pois a demanda dos consumidores por participação aumentou.
13) Online X offline? Esqueça. As pessoas não percebem mais essa separação. Vão em busca de uma experiência autêntica, preparada para elas individualmente, que transite em um mundo só, sem fronteiras entre online e offline.
fonte: revista Exame.
11 de dezembro de 2012
Publicidade Móvel atrai Brasileiros
Cerca de 69% dos internautas brasileiros se interessariam em interagir com as propagandas que vêem nas mídias tradicionais, como televisão, jornais e revista, por meio de seus celulares e tablets. O dados são de pesquisa da Opera Software (empresa do navegador móvel mais popular no Brasil, o Opera Mini, com 34% de participação do mercado, segundo pesquisa da StatCounter) sobre o uso da internet móvel no Brasil. Com uma amostra de mais de seis mil brasileiros, todos usuários do Opera Mini, entrevistados durante o mês de julho de 2012, a pesquisa revelou que 79% utilizam seus dispositivos móveis diariamente para acessar a internet. O uso mais comum é para atualizar redes sociais (59%), baixar conteúdos(57%), fazer pesquisas (36%) e assistir vídeos (32%).
Questionados sobre o que compram na internet dos seus dispositivos móveis, 76% por cento dos entrevistados falaram que não compram por meio de seus celulares. Entre aqueles que declararam utilizar o dispositivo móvel para compras, as categorias mais populares foram: aplicativos, ringtones, jogos e wallpapers, com 18%. Em seguida vieram os produtos eletrônicos como telefones e computadores (3%). Perguntados sobre o que gostariam de consumir pelo celular, 65% responderam conteúdos gratuitos, 37% pediram aplicativos, ringtones, jogos e wallpapers, e 29% citaram os vídeos.
fonte: www.revistamarketing.com.br
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